trituradores de azeitona
Introdução
Em geral
Um trapiche é um moinho usado para extrair o suco de certas frutas da terra, como azeitonas ou cana-de-açúcar.[1].
Descrição
O engenho de açúcar é o engenho com o qual se obtém o caldo da cana-de-açúcar, com o qual geralmente se fabrica panela/piloncillo ou se obtém açúcar. No passado, utilizava-se a tração animal, mas hoje são utilizados motores elétricos ou a gasolina. Os engenhos de açúcar mais reconhecidos são utilizados na zona centro/sul do México, e parte da América Central, sendo a marca Campollo a mais utilizada nestes locais.
Os engenhos dos engenhos de açúcar são constituídos por uma série de engenhos (o número de engenhos varia conforme a fábrica) compostos por três rolos ranhurados que prensam a cana-de-açúcar previamente triturada e extraem seu caldo. Esse suco é concentrado e cozido até o açúcar cristalizar. Como resíduo, sai da usina um produto chamado bagaço, que pode ser utilizado como combustível nas próprias caldeiras ou como matéria-prima para a produção de papel.
O moinho na mineração
Nas regiões mineiras, os moinhos realizavam a moagem e lavagem do ouro fino, que por vezes também era recolhido com mercúrio.
As instalações exigidas por uma usina de açúcar, apesar de sua simplicidade, eram caras o suficiente para que apenas os mais ricos pudessem ativá-la. As pedras, os salários dos trabalhadores encarregados da moagem, o aluguel do terreno e da água, as construções, etc., aumentaram o seu custo; A escassez de moinhos garantiu uma demanda permanente de trabalho por parte de pessoas que não os possuíam e a quem era cobrado um percentual de metal por cada “moagem”, chamada de “maquila”.
Devido aos mecanismos gerais em que se desenvolveu a vida econômica chilena na Colônia, as usinas representavam um investimento altamente rentável para seus proprietários. Não é de estranhar que os latifundiários tenham sido os seus principais construtores, pois além de possuírem minas próprias que exigiam o trabalho dos seus metais, também dispunham dos recursos necessários à sua instalação, do terreno e do pessoal para atendê-las. Por outro lado, o recebimento de metais em pagamento pela sua utilização oferecia-lhes uma fonte de elevada rentabilidade, na medida em que estavam ligados ao circuito comercial do ouro fora das margens locais dos centros produtores. Em 1808, o Tribunal de Mineração foi representado como um abuso “para alguns proprietários de engenhos de açúcar permitir-lhes moer e beneficiar metais de ouro e prata neles contidos a qualquer súdito que não saiba ou saiba que é o dono da mina ou descubra de onde os tirou”. Mas para o moleiro contava apenas a “maquila”, que representava 50% do valor de uma gaveta segundo estimativa de meados do século.