Transferência de tecnologia
Introdução
Em geral
Transferência de tecnologia é o processo no qual habilidades, conhecimentos, tecnologias, métodos de fabricação, amostras de fabricação e instalações são transferidos entre governos ou universidades e empresas privadas para garantir que os avanços científicos e tecnológicos sejam acessíveis a um maior número de usuários que possam desenvolver e explorar ainda mais essas tecnologias em novos produtos e criar valor, processos, aplicações, materiais ou serviços.[1].
As novas tecnologias de informação, e especialmente a Internet, destacam-se na transferência de tecnologia:[2] tanto como conteúdo a ser divulgado, como como forma de criar contactos colaborativos entre centros de investigação, empresas e entidades financeiras com um custo relativamente baixo, procurando uma gestão eficiente do processo de transferência de conhecimento. A transferência de tecnologia é geralmente documentada através de acordos de colaboração entre empresas, universidades ou ONGs.
Castro Díaz-Balart, F. (2002), propõe que a transferência de tecnologia engloba o conjunto das seguintes ações:
O objetivo das colaborações para transferência de tecnologia é promover o desenvolvimento e o crescimento dos diversos setores da sociedade através do acesso ao conhecimento e à experiência de grupos de investigação, inovação e desenvolvimento ou de evolução tecnológica.
Os objetivos específicos são:
Projetos de transferência de tecnologia impulsionam a concorrência (competência (lei)) e os benefícios econômicos de instituições e organizações.
A concepção e desenvolvimento de metodologias e plataformas tecnológicas educacionais é um exemplo típico de Transferência de Tecnologia. Como exemplos, podem ser vistas as propostas da Universidade UNAM ou o Modelo de Transferência de Elearning realizado pela fundação Iwith.org.
Modelos de transferência de tecnologia
Contenido
Actualmente existen al menos 4 modelos de Transferencia Tecnológica, desde modelos básicos hasta algunos modelos complejos. Estos explican la relación que existen entre las instituciones participantes en la transferencia tecnológica, donde las más recurrentes instituciones son las universidades y las empresas, ya que las primeras son las principales generadoras de conocimiento y las segundas permiten la masificación del conocimiento a través de la comercialización propia de la naturaleza de las empresas.