Teoria da conservação
Introdução
Em geral
Leis de conservação são leis físicas que postulam que durante a evolução temporal de um sistema isolado, certas magnitudes têm um valor constante. Visto que todo o universo constitui um sistema isolado, várias leis de conservação podem ser aplicadas a ele.
Na física clássica
As leis de conservação mais importantes da física clássica são:
Na mecânica clássica, a conservação de uma grandeza física requer, em virtude do teorema de Noether, que exista uma simetria Lagrangiana, ou equivalentemente que o colchete de Poisson dessa grandeza se anule (desde que o hamiltoniano "Hamiltoniano (mecânica clássica)") não dependa do tempo).
em física quântica
Na mecânica quântica e na física nuclear, estes outros são adicionados aos anteriores:
Em sistemas conservativos pode ser provado que uma magnitude  é conservada se e somente se comuta com o hamiltoniano H:.
Leis de conservação aproximadas
Além do exposto, tanto na mecânica clássica (MC) quanto na mecânica quântica (MQ), leis de conservação aproximadas são utilizadas em determinados contextos, ou seja, não são universais para todos os processos, embora boa parte dos processos físicos conhecidos sejam:
Teorema de Noether
Nas teorias físicas que admitem um formalismo Lagrangiano, pode-se provar que as leis de conservação estão ligadas às simetrias do sistema físico. Mais especificamente, o teorema de Noether para teorias clássicas estabelece que se existe uma simetria Lagrangiana abstrata associada a um grupo uniparamétrico, existe uma magnitude que permanece constante ao longo da evolução do sistema, ou seja, existe uma lei de conservação associada a essa simetria.
Além disso, a magnitude funcionalmente observada pode ser construída a partir dos momentos conjugados do Lagrangiano e do elemento da álgebra de Lie do grupo de simetria uniparamétrica.