Subestações conversoras
Introdução
Em geral
Uma subestação de tração é uma subestação elétrica que converte energia elétrica da forma fornecida pela rede geral em condições de tensão, corrente e frequência apropriadas para uso em meios de transporte, como ferrovias (incluindo bondes e meios relacionados) ou trólebus.
Isto pode envolver a conversão de um sistema trifásico em frequência industrial (50 Hz ou 60 Hz) para frequências mais baixas, a sua conversão para um sistema monofásico em corrente alternada ou a sua retificação para fornecer corrente contínua de acordo com os requisitos do motor elétrico a ser alimentado.
Um sistema de eletrificação ferroviária inclui o conjunto de elementos que permitem que a energia elétrica chegue à unidade móvel, com a potência necessária para que esta atinja o desempenho para o qual foi projetada.
Portanto, um sistema de eletrificação compreende três grandes blocos:[1].
A classificação das subestações leva em consideração diferentes critérios:[2].
Em termos gerais, uma subestação de tração é a instalação responsável por ligar os troços de eletrificação à rede de transmissão trifásica. Para isso, transformam as tensões dos níveis da rede trifásica para os da catenária "Catenária (ferroviária)"), com retificação prévia no caso de sistemas de corrente contínua.[2].
Geralmente, as subestações de tração possuem uma topologia de barramento simples. As razões para tal respondem às principais vantagens deste tipo de topologia face a outras mais complexas. Essas vantagens significam menor custo e maior flexibilidade. Porém, quando se pretende alimentar diversas linhas de uma mesma subestação, é aconselhável utilizar topologias mais complexas como anel ou barramento duplo.[2].
Quanto à forma de ligação da subestação ao sistema trifásico da rede pública, distinguem-se duas formas de ligação:[2].
Subestação de tração em corrente contínua
Contenido
Por lo general, las subestaciones de tracción de corriente continua, alimentan catenarias a tensiones que van desde los 600 V a los 3.000 V, aunque realmente las tensiones de alimentación son ligeramente superiores a estas teóricas, ya que hay que considerar las pérdidas en las líneas (p. ej. tener una tensión de 3.300 V a la salida de la subestación de tracción para alimentar una línea convencional de 3.000 V). Los componentes de las mismas son muy similares a las subestaciones de tracción de alterna. Sin embargo, se incluye el puente rectificador que las hacen ser un poco más complejas. Además, si se trata de una subestación reversible, esta debe poseer un equipo inversor que permita devolver la energía eléctrica desde la catenaria hasta la red de distribución.