Sinalização patrimonial
Introdução
Em geral
As Estelas da Independência, também conhecidas como Cabeças de Águia, são um conjunto de monumentos comemorativos erguidos no México em 1960 por ocasião do sesquicentenário da Independência. O projeto, promovido pelo presidente Adolfo López Mateos, consistiu na colocação de cerca de 260 estelas distribuídas ao longo da Rota Hidalgo, marcando os principais pontos da rota seguida por Miguel Hidalgo y Costilla e o Exército Insurgente&action=edit&redlink=1 "Exército Insurgente (1810-1811) (ainda não escrito)") entre Dolores Hidalgo e Chihuahua "Chihuahua (Chihuahua)").[1][2].
História
O programa comemorativo foi elaborado pela Comissão Nacional de Comemorações Cívicas e executado pela Secretaria de Obras Públicas "Secretaría de Obras Públicas (México)"), sob a supervisão dos artistas Tomás e José Chávez Morado. sessenta.[3].
A primeira estela foi inaugurada em Dolores Hidalgo em 15 de setembro de 1960 pelo presidente López Mateos, como parte dos eventos do Sesquicentenário.[4] Nos meses seguintes, mais de 250 peças foram colocadas em dez estados do país, incluindo Guanajuato, Querétaro, Michoacán, Estado do México, San Luis Potosí, Zacatecas, Aguascalientes, Coahuila, Durango e Chihuahua.[5].
Design e significado
Cada estela é composta por uma base piramidal truncada de pedreira ou concreto sobre a qual se ergue uma escultura em forma de cabeça de águia, símbolo da independência e da pátria. A palavra LIBERDADE está lida no peito do pássaro, e o bico aponta na direção que as tropas insurgentes seguiram. A simplicidade do design busca transmitir força, sobriedade e continuidade histórica.[6].
Os irmãos Chávez Morado conceberam as peças como marcos seriados de arte pública, fabricadas nas oficinas do INBA em Guanajuato, com moldes repetíveis para garantir uniformidade formal ao longo de todo o percurso.[1].