A semiótica da imagem tem a ver com o estudo do signo icônico e dos processos que intervêm na criação de sentido e significado da imagem.
O estudo da imagem está ligado à comunicação visual e vai além do pictórico ou visual como, por exemplo, cores, formas, ícones, composição, etc., permite incluir elementos históricos, sociais e antropológicos que fazem parte da semiótica da imagem.
Por fazer parte da cultura, da sociedade e da política, a imagem permite a construção social de significados em determinados processos de comunicação visual.
A imagem não se limita a um sistema de expressão, mas pode ser um elemento de explicação de grupos sociais, religiosos, políticos e mediáticos. É por isso que a semiótica da imagem pode ser uma ferramenta para compreender como ocorrem os processos sociais na vida.
O mundo do visual, isto é, das imagens, pode prestar-se a reflexões abstratas com referências filosóficas, neurológicas ou semióticas, mas também técnicas ou metodológicas.
A semiótica da imagem serve como ferramenta de reflexão e análise para considerações socioantropológicas da imagem.
Pelo exposto, é necessário compreender a semiótica da imagem, dentro de uma semiótica do visual. O visual integra: o icônico e o plástico.
O icônico é o conhecido, o analógico é a mimese de um objeto da realidade. Existem significantes icônicos que dependem desses sistemas e são constituídos por unidades discretas que separam seus componentes. Ex. Em um rosto: olhos, sobrancelhas, nariz, etc.
O plástico mobiliza códigos baseados em linhas, cores, texturas, independentes de qualquer referência mimética. Seus significantes não são suscetíveis de divisão, como linhas, formas, texturas.
Segundo Eco, a intenção da semiótica é estudar e compreender sistemas semióticos como imagens, gestos, objetos, que podem ser misturados com a linguagem verbal, isso leva a compreender a semiótica como translinguística, ou seja, códigos que se encontram em sistemas expressivos, sejam linguísticos ou não linguísticos.
A semiótica analisa como as coisas podem se tornar signos e carregar significados dependendo do contexto social e cultural ao qual pertencem. Por isso, é um fenômeno contextualizado, em que os diferentes sistemas de significação transmitem significado, seja verbal ou não, por meio de determinados tipos de linguagem como a audiovisual, passando da forma para as comunicações virtuais.
Semiótica da Arquitetura
Introdução
Em geral
A semiótica da imagem tem a ver com o estudo do signo icônico e dos processos que intervêm na criação de sentido e significado da imagem.
O estudo da imagem está ligado à comunicação visual e vai além do pictórico ou visual como, por exemplo, cores, formas, ícones, composição, etc., permite incluir elementos históricos, sociais e antropológicos que fazem parte da semiótica da imagem.
Por fazer parte da cultura, da sociedade e da política, a imagem permite a construção social de significados em determinados processos de comunicação visual.
A imagem não se limita a um sistema de expressão, mas pode ser um elemento de explicação de grupos sociais, religiosos, políticos e mediáticos. É por isso que a semiótica da imagem pode ser uma ferramenta para compreender como ocorrem os processos sociais na vida.
O mundo do visual, isto é, das imagens, pode prestar-se a reflexões abstratas com referências filosóficas, neurológicas ou semióticas, mas também técnicas ou metodológicas.
A semiótica da imagem serve como ferramenta de reflexão e análise para considerações socioantropológicas da imagem.
Pelo exposto, é necessário compreender a semiótica da imagem, dentro de uma semiótica do visual. O visual integra: o icônico e o plástico.
O icônico é o conhecido, o analógico é a mimese de um objeto da realidade. Existem significantes icônicos que dependem desses sistemas e são constituídos por unidades discretas que separam seus componentes. Ex. Em um rosto: olhos, sobrancelhas, nariz, etc.
O plástico mobiliza códigos baseados em linhas, cores, texturas, independentes de qualquer referência mimética. Seus significantes não são suscetíveis de divisão, como linhas, formas, texturas.
Segundo Eco, a intenção da semiótica é estudar e compreender sistemas semióticos como imagens, gestos, objetos, que podem ser misturados com a linguagem verbal, isso leva a compreender a semiótica como translinguística, ou seja, códigos que se encontram em sistemas expressivos, sejam linguísticos ou não linguísticos.
A semiótica analisa como as coisas podem se tornar signos e carregar significados dependendo do contexto social e cultural ao qual pertencem. Por isso, é um fenômeno contextualizado, em que os diferentes sistemas de significação transmitem significado, seja verbal ou não, por meio de determinados tipos de linguagem como a audiovisual, passando da forma para as comunicações virtuais.
Essas linguagens são utilizadas na expressão arquitetônica, pois se baseia em todas elas para sua representação, seja por meio de formas, cores, imagens, texturas, etc.
Assim, a arquitetura insere-se num contexto social, histórico, político, económico, ou seja, cultural, pertencente a uma área que lhe dá sentido e razão de ser.
É assim que, a partir dessas condições, a arquitetura pode ser compreendida dentro da semiótica visual, uma vez que possui características icônicas e plásticas que fazem parte do sistema de comunicação que utiliza a semiótica da imagem.
A arquitetura tem a capacidade de representar ideias, imagens, conceitos, bem como reinterpretá-los e construir significados.
Para isso, é necessário compreender que a semiótica serve como uma convenção de significados; estes devem ser reconhecidos para explicar o funcionamento dos signos na sociedade e na cultura.
A produção arquitetônica faz, portanto, parte da cultura onde os significados assumem um papel primordial.
A semiótica é uma ciência que nos ajuda a interpretar os sinais que
Permitem a comunicação, neste caso entre o arquitecto e o destinatário. Em
cada obra arquitetônica existem diferentes símbolos e sinais que são
representado de diferentes maneiras para que o receptor possa entendê-lo e
compreendendo assim o arquiteto.
Esses sinais e símbolos andam de mãos dadas com o conhecimento da cultura dos lugares
onde as obras arquitetônicas são criadas, a forma como são procuradas
que se adapta ao local e ao ambiente em que está rodeado. Graças ao
semiótica podemos compreender e interpretar tudo isso como parte do
arquitetura e o que a compõe.
Tudo isso graças ao fato do emissor (arquiteto) converter esses símbolos em
objetos, materiais e cores que ajudam o receptor a entendê-lo. outro
maneira de conseguir isso é graças às diferentes iluminações utilizadas, o
Os materiais também desempenham um papel importante nas ferramentas.
para alcançar a interpretação do receptor.
Todas as obras arquitetônicas que vemos são feitas de signos
que o arquiteto quis transmitir de diferentes maneiras e que em muitos
Às vezes, nós, como receptores, ficamos satisfeitos apenas em observá-lo e
não analisá-lo de uma forma que possamos entendê-lo
tudo.
Essas linguagens são utilizadas na expressão arquitetônica, pois se baseia em todas elas para sua representação, seja por meio de formas, cores, imagens, texturas, etc.
Assim, a arquitetura insere-se num contexto social, histórico, político, económico, ou seja, cultural, pertencente a uma área que lhe dá sentido e razão de ser.
É assim que, a partir dessas condições, a arquitetura pode ser compreendida dentro da semiótica visual, uma vez que possui características icônicas e plásticas que fazem parte do sistema de comunicação que utiliza a semiótica da imagem.
A arquitetura tem a capacidade de representar ideias, imagens, conceitos, bem como reinterpretá-los e construir significados.
Para isso, é necessário compreender que a semiótica serve como uma convenção de significados; estes devem ser reconhecidos para explicar o funcionamento dos signos na sociedade e na cultura.
A produção arquitetônica faz, portanto, parte da cultura onde os significados assumem um papel primordial.
A semiótica é uma ciência que nos ajuda a interpretar os sinais que
Permitem a comunicação, neste caso entre o arquitecto e o destinatário. Em
cada obra arquitetônica existem diferentes símbolos e sinais que são
representado de diferentes maneiras para que o receptor possa entendê-lo e
compreendendo assim o arquiteto.
Esses sinais e símbolos andam de mãos dadas com o conhecimento da cultura dos lugares
onde as obras arquitetônicas são criadas, a forma como são procuradas
que se adapta ao local e ao ambiente em que está rodeado. Graças ao
semiótica podemos compreender e interpretar tudo isso como parte do
arquitetura e o que a compõe.
Tudo isso graças ao fato do emissor (arquiteto) converter esses símbolos em
objetos, materiais e cores que ajudam o receptor a entendê-lo. outro
maneira de conseguir isso é graças às diferentes iluminações utilizadas, o
Os materiais também desempenham um papel importante nas ferramentas.
para alcançar a interpretação do receptor.
Todas as obras arquitetônicas que vemos são feitas de signos
que o arquiteto quis transmitir de diferentes maneiras e que em muitos
Às vezes, nós, como receptores, ficamos satisfeitos apenas em observá-lo e
não analisá-lo de uma forma que possamos entendê-lo