manuseio ou movimentação de materiais (Figura 1) é um sistema ou combinação de métodos, instalações, mão de obra e equipamentos para transporte, embalagem e armazenamento para corresponder a objetivos específicos.
A movimentação de materiais não se limita apenas à movimentação, mas também à embalagem, movimentação, transporte, localização e armazenamento levando em consideração o tempo e espaço disponível. É necessário ter um bom suporte logístico e conhecer todos os instrumentos e maquinários necessários para desempenhar essas funções. Outros aspectos a ter em conta são o equilíbrio económico, a entrega dos componentes e produtos “Produto (marketing)”) no momento e local correctos estimados para terem custos aceitáveis e para que a empresa possa obter benefícios.
Além de tudo isso, há um aspecto muito importante: a segurança na movimentação de materiais, tanto por máquinas quanto por movimentação humana. Você deve conhecer muito bem os perigos aos quais está exposto ao trabalhar e saber como agir em resposta a eles. A maneira melhor e mais fácil é prevenir os riscos ocupacionais. Eles devem ser evitados antes que aconteçam. Isso é muito importante para a saúde do trabalhador e faz com que a empresa esteja mais bem capacitada em todos os aspectos.
Princípios de manuseio de materiais
O Material Handling Institute definiu 10 princípios de manuseio de materiais. Os 10 princípios são fundamentais para o projeto, concepção, análise e operação de sistemas de manuseio de materiais.
Fiscalizar a observação e aplicação dos relativos dispositivos contidos no artigo 123 e demais da Constituição Federal, na Lei Federal do Trabalho e em seus regulamentos.
Coordenar a formulação e promulgação de contratos trabalhistas.
Promova o aumento da produtividade no trabalho.
Promover o desenvolvimento da formação e da formação no e para o trabalho, bem como realizar pesquisas, prestar assessoria e ministrar cursos de formação que os setores produtivos do país necessitam para aumentar a produtividade no trabalho, em coordenação com o Ministério da Educação Pública.
Estabelecer e dirigir o serviço nacional de emprego e monitorizar o seu funcionamento.
Risco de queda de peças
Introdução
Em geral
manuseio ou movimentação de materiais (Figura 1) é um sistema ou combinação de métodos, instalações, mão de obra e equipamentos para transporte, embalagem e armazenamento para corresponder a objetivos específicos.
A movimentação de materiais não se limita apenas à movimentação, mas também à embalagem, movimentação, transporte, localização e armazenamento levando em consideração o tempo e espaço disponível. É necessário ter um bom suporte logístico e conhecer todos os instrumentos e maquinários necessários para desempenhar essas funções. Outros aspectos a ter em conta são o equilíbrio económico, a entrega dos componentes e produtos “Produto (marketing)”) no momento e local correctos estimados para terem custos aceitáveis e para que a empresa possa obter benefícios.
Além de tudo isso, há um aspecto muito importante: a segurança na movimentação de materiais, tanto por máquinas quanto por movimentação humana. Você deve conhecer muito bem os perigos aos quais está exposto ao trabalhar e saber como agir em resposta a eles. A maneira melhor e mais fácil é prevenir os riscos ocupacionais. Eles devem ser evitados antes que aconteçam. Isso é muito importante para a saúde do trabalhador e faz com que a empresa esteja mais bem capacitada em todos os aspectos.
Princípios de manuseio de materiais
O Material Handling Institute definiu 10 princípios de manuseio de materiais. Os 10 princípios são fundamentais para o projeto, concepção, análise e operação de sistemas de manuseio de materiais.
Fiscalizar a observação e aplicação dos relativos dispositivos contidos no artigo 123 e demais da Constituição Federal, na Lei Federal do Trabalho e em seus regulamentos.
Coordenar a formulação e promulgação de contratos trabalhistas.
Promova o aumento da produtividade no trabalho.
Promover o desenvolvimento da formação e da formação no e para o trabalho, bem como realizar pesquisas, prestar assessoria e ministrar cursos de formação que os setores produtivos do país necessitam para aumentar a produtividade no trabalho, em coordenação com o Ministério da Educação Pública.
Coordenar a integração e a constituição das Juntas Federais de Conciliação, da Junta Federal de Conciliação e Arbitragem e das comissões constituídas para regular as relações trabalhistas e de gestão que estejam sob jurisdição federal, bem como acompanhar seu funcionamento.
Manter o registro das associações trabalhistas, patronais e profissionais sob jurisdição federal que cumpram as leis.
Dirigir e coordenar a Procuradoria Federal de Defesa do Trabalho.
Estabelecer a política e coordenar os serviços previdenciários da administração pública federal, bem como intervir nos assuntos relativos à seguridade social nos termos da lei.
Planos de estudos e projetos para promover a ocupação no país.
A determinação do tamanho da unidade de carga, bem como o método de conteinerização, é influenciada por diversos fatores, como: o material que está sendo unificado; o número de vezes que o material é retirado da unidade de carregamento para processamento; a quantidade de material a ser manuseado; as condições ambientais às quais a unidade de carregamento está exposta; a suscetibilidade do material a danos; entre outros fatores. Para dimensionar a unidade de carga é necessário levar em consideração algumas medidas:
Determinar a aplicabilidade do conceito de carga unitária;
Selecionar o tipo de equipamento a utilizar para movimentação da unidade de carga;
Identificar a origem mais distante da unidade de carga;
Estabelecer o destino mais distante da unidade de carga;
Determinar o tamanho da unidade de carga;
Configurar a composição e estrutura da unidade de carga;
Determinar o método de formação da carga unitária.
Geralmente, a carga unitária é formada através da sobreposição dos itens no palete. As dimensões dos itens influenciarão o tipo de equipamento de armazenamento de carga unitária a ser utilizado. Se a carga unitária for muito pesada, deve-se levar em consideração a importância do peso, e não do volume da carga unitária.
As dimensões da unidade de carregamento e dos equipamentos utilizados para sua movimentação devem ser compatíveis com os demais equipamentos. As especificações de carga unitária podem ser influenciadas pela instalação de produção ou armazenamento. A largura das portas de entrada e saída, o espaçamento das colunas, a largura dos corredores, o raio de curvatura dos veículos e a altura de empilhamento dos equipamentos de armazenamento são alguns dos fatores que influenciam as dimensões e estrutura da unidade de carga. Já foram inúmeros os casos em que o equipamento adquirido não pôde ser instalado ou utilizado, devido às suas grandes dimensões.
Equipamento
Equipamento e unificador
• - Palete (Figura 3).
• - Plataforma metálica e plataforma metálica com caixa.
• - Caixa empilhável [1] Arquivado em 10 de março de 2016 na Wayback Machine.
• - Suporte de peso.
• - Tambor/barril.
• - Filme paletizável.
• - Paletizadora.
Equipamento de manuseio de materiais
• - Transportador deslizante.
• - Transportador de correia
*Transportador de correia plana
*Transportador de correia telescópica
Correia transportadora curva
Correia transportadora magnética.
• - Transportador de rolos (Figura 4).
• - Transportador de rodas.
• - Transportador de ripas.
• - Transportador de corrente.
• - Transportador de linha de reboque.
• - Cinto aéreo para carro.
• - Transportador aéreo bitrilho.
• - Transportador de automóveis sobre trilhos.
• - Correia de classificação
Defletor
Empurre o desviador
Classificador de ancinho
Classificador de fita
Classificador de rodas
Classificador de correia e corrente
Classificador de rolos
Ripas móveis
Classificador de bandeja móvel
Classificador de banda cruzada
Classificador de bombardeiro.
• - A pé
Carrinho de mão e carrinho de mão
Porta-paletes manual (Figura 5) ou elétrico
Figura 5 – Porta-paletes manual.
Stacker com pernas montadas ou com pantógrafo.
• - Motorista a bordo
Porta-paletes
Caminhão plataforma
Trator com reboque
Empilhador de contrapeso
Empilhador de pórtico
Guindaste de quintal.
• - Automatizado
Veículo guiado automaticamente
Carregador de carga unitária
Carregador de carga pequena
Veículo de tração
Veículo para montagem
Veículo de armazenamento e recuperação
*Monotrilho automático eletrificado
Sistema de transporte e classificação.
• - Monotrilho.
• - Guincho.
• - Guindaste
Braço de guindaste
Ponte rolante
Guindaste de pórtico
Guindaste de torre (Figura 6)
Transelevador.
Equipamento de armazenamento
• - Prateleira para armazenamento de unidades de carregamento
Armazenamento de empilhamento
Estrutura de armazenamento de paletes
Prateleira seletiva de profundidade única
Prateleira seletiva de dupla profundidade
*Prateleira seletiva drive-in
*Prateleira seletiva drive-thru
Rack seletivo de fluxo
Prateleira seletiva push-back
Prateleira móvel
Prateleira de suporte (Figura 7).
• - Equipamentos para armazenamento de unidades de carga
A pé
Porta-paletes manual ou elétrico
Stacker com pernas montadas ou com pantógrafo
*Motorista a bordo
Amplos corredores "Corredor (arquitetura)"
Porta-paletes
Empilhador de contrapeso
Corredores estreitos
Empilhador com pernas montadas
Stacker com pernas montadas e pantógrafo
Empilhador de carregamento lateral
Empilhador com torre
Empilhador combinado
Automatizado.
• - Operador de estoque - Equipamentos de armazenamento
Prateleiras para caixas (Figura 8)
Gavetas modulares de armazenamento em armários
Rack de fluxo para caixa
Mezanino
Prateleira móvel.
• - Operador de estoque - Equipamentos de coleta
Carro de coleta
Carrinho de coleta de pedidos
Pessoa a bordo da máquina automatizada de armazenamento e coleta
Coleção robótica.
• - Estoque para operadora
Carrossel
Carrossel horizontal
Carrossel vertical
Prateleira giratória independente
Equipamento de identificação e comunicação automática
• - Identificação e reconhecimento automáticos
Código de barras
Código de barras
Leitor de código de barras (Figura 9)
Reconhecimento óptico de caracteres
Etiqueta de radiofrequência
*Fita magnética
Visão de máquina.
• - Comunicação automática sem papel
Terminal de dados de radiofrequência
Fones de ouvido com microfone
Luz e ajudas informáticas
Cartão inteligente.
Taxa de acidentes
A preparação de dados estatísticos relacionados com o manuseamento mecânico de materiais é muito difícil de avaliar porque os acidentes são classificados por atividades e não desagregados pelos agentes materiais que causaram os acidentes. Nas classificações de agentes materiais realizadas sobre índices de acidentes, estes são divididos em acidentes leves, graves e fatais. Estas estatísticas são recolhidas pelo Instituto Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho em algumas províncias (Fernando, 1992, p. 326).
Critérios legais
Existe um regulamento que é representado por uma série de disposições legais e técnicas, cujas seções mais importantes se dividem entre aspectos legais compostos por portarias e regulamentos, normas obrigatórias da UNE e diretivas da CEE (Fernando, 1992, p. 328-329).
Riscos e prevenção
Carrinhos de mão
Na classificação de risco das empilhadeiras autopropelidas podem ser destacados vários fatores de risco, como tombamento lateral e frontal da empilhadeira, queda do condutor, queda de materiais transportados e armazenados, colisões contra obstáculos e estrutura, com veículos ou pedestres, queda de pessoa levantada ou transportada e outros riscos como condução da empilhadeira por pessoas não qualificadas, lesões lombares, envenenamentos e/ou queimaduras, incêndios e/ou explosões (Fernando, 1992, pág. 336-342).
Os riscos de queda de materiais devem-se ao mau suporte das cargas em circulação, batidas contra prateleiras ou materiais armazenados e/ou quebra de prateleiras e paletes por excesso de carga. Devem ser utilizados meios de proteção para evitar estes riscos, como ter teto para proteger o motorista, adaptar as cargas e evitar choques, ter boa iluminação na área de circulação e armazenamento, proteger as prateleiras e áreas de armazenamento com defesas adequadas, indicar a capacidade máxima das prateleiras e verificar periodicamente o estado dos paletes.
Os riscos de queda do motorista ocorrem ao entrar ou sair da empilhadeira e quando o motorista se inclina com o veículo em movimento. Devido a estes riscos, devem ser utilizados meios de proteção como o estribo antiderrapante correto, evitando marchas forçadas e problemas de visibilidade que provoquem inclinação excessiva do operador.
Ao manusear a empilhadeira, também existem riscos de tombamento da empilhadeira, que pode ser devido ao excesso de carga, velocidade inadequada ou condução em estradas inclinadas e próximas a terrenos irregulares. Os meios de proteção para tombamento de empilhadeiras são: a utilização de empilhadeiras adequadas à carga a ser levantada, evitar mudanças bruscas de direção e curvas em pequenos raios em velocidade excessiva, verificar a posição, fixação e estado das pontes de carga, não circular com carga elevada e garantir o bom estado das encostas e vias de circulação, verificar o bloqueio dos veículos (caminhões e/ou vagões) antes de entrar neles.
Nas colisões e colisões contra obstáculos e estruturas existem riscos devido ao excesso de velocidade, má visibilidade das vias de trânsito, condução com pouca visibilidade devido à carga e falta de sinalização de obstáculos e vias de trânsito, circulação com carga elevada, pisos e obstáculos escorregadios e sujos. Os meios de protecção utilizados para estes riscos são os seguintes: limitar o excesso de velocidade do camião quando constituir um risco grave (sinalizar a velocidade máxima de condução), estabelecer níveis adequados de iluminação nas vias de circulação, preferencialmente nas zonas de curvas e mudanças de faixa, circular no sentido adequado, quando a carga não oferece condições de visibilidade segura, sinalizar com linhas alternadas amarelas e pretas, ou luzes vermelhas durante a noite, os obstáculos ou objectos localizados nas vias de circulação, Circular com os braços dos garfos a 0,15 m acima do chão, manter as áreas de trabalho livres de obstáculos e pisos limpos (livres de óleo e/ou graxa).
Pode haver riscos em colisões e colisões com outros veículos por excesso de velocidade, vias de trânsito inadequadas e/ou defeitos de sinalização. Para estes riscos serão utilizadas medidas de proteção para reduzi-los, podendo assim reduzir os cruzamentos, proporcionar tráfego de sentido único e largura suficiente das faixas de trânsito, ativar o alarme sonoro e reduzir a velocidade em cruzamentos perigosos e limitar a velocidade às condições locais.
Ao dirigir empilhadeiras há riscos de colisões e atropelamentos com pedestres devido a atropelamento de pedestres por excesso de velocidade, falta de visibilidade e/ou vias de trânsito inadequadas. Para reduzir estes riscos é necessário dotar a empilhadeira de iluminação rotativa, evitando a entrada de veículos e pedestres pela mesma porta de acesso às oficinas e/ou armazéns. Outros meios disponíveis são: aproximar-se das portas giratórias com cautela, não estacionar o caminhão em cruzamentos ou áreas de trânsito e estacionar o caminhão com os braços dos garfos apoiados no chão.
Uma pessoa corre um alto risco de sofrer uma queda ao ser elevada, como ao levantar pessoal em um palete ou empilhadeira para acessar prateleiras ou trabalhos de manutenção. Estes riscos serão reduzidos através da sinalização e proibição do uso da empilhadeira para elevação de pessoal e do uso de gaiola de segurança para este tipo de trabalho.
No transporte de pessoas também existem riscos como a queda de pessoas que são transportadas por empilhadores na cabine ou nos garfos, mas para evitar isso devem ser implementadas medidas de proteção, como sinalização e proibição da utilização do empilhador como veículo de transporte de pessoas.
A condução por pessoas não qualificadas é um risco ao qual se está exposto mas deve ser evitado sinalizando e proibindo a utilização do empilhador por pessoal não autorizado e a chave de ignição só deve estar na posse do condutor autorizado do empilhador que a retirará ao sair do empilhador.
As lesões lombares são um risco que deve ser evitado utilizando pneus adequados aos pisos de circulação, evitando deslocações forçadas com marcha-atrás e em caso de continuidade excessiva nas deslocações forçadas, estudando a utilização de empilhador com assento adequado ao trabalho a realizar.
Os meios de proteção para intoxicações e queimaduras são: utilizar empilhadeira adequada (térmica ou elétrica), de acordo com as características do local de trabalho, abastecer o combustível em local bem ventilado ou ao ar livre e telas anti-calor ou anti-radiação de acordo com o produto transportado ou quando a empilhadeira acessar locais perigosos (fundições e/ou fornos).
Em caso de incêndios e explosões, equipar o empilhador com um extintor adequado se o local de trabalho apresentar um risco grave de incêndio é um meio de proteção, assim como colocar o carregamento das baterias elétricas num local adequado e bem ventilado e proibir fumar se houver risco de incêndio e explosão nas instalações.
Para recolher uma carga, deve certificar-se de que a carga não ultrapassa a capacidade nominal do empilhador que está indicada nas placas de capacidade de carga e que depende da altura de elevação e da distância ao centro de gravidade, aproximar-se gradualmente da estação de empilhamento e colocar os garfos à mesma altura da palete, verificar se a distância entre os garfos corresponde aos furos da palete (os garfos são reguláveis lateralmente e devem ser sempre fixados com os pinos existentes), para recolher a palete é necessário que o mastro esteja numa posição posição vertical, deve-se avançar lentamente até que a parte traseira do garfo entre em contato com a carga ou palete, acionar o freio de estacionamento, levantar um pouco a carga e inclinar o mastro para trás, ao soltar o freio de estacionamento certificar-se de que o caminho para trás está livre, recuar gradativamente e baixar a carga. Para trabalhar suavemente com a carga em grandes altitudes, é imprescindível que o piso tenha características perfeitas. Além disso, é preciso ter cuidado para garantir que a pressão dos pneus esteja correta (Fernando, 1992, p. 342-344).
Ao movimentar-se com carga, a carga deve ser transportada o mais baixo possível, levando em consideração a distância necessária acima do solo, e a carga deve ser transportada sempre utilizando os dois garfos. Para o transporte de cargas pesadas é muito importante que o peso seja distribuído uniformemente nos dois garfos; você deve sempre se mover em uma velocidade regular. Somente em caso de perigo é permitida a desconexão repentina.
Ao colocar a carga, deve-se parar um pouco antes de chegar ao ponto de empilhamento e levantar a carga com margem de segurança acima da pilha, avançar a carga até que ela seja colocada diretamente no topo da pilha e acionar o freio de estacionamento, colocar o mastro na posição vertical e baixar a carga até que os garfos fiquem livres de peso e certificar-se de que pode voltar com segurança liberando o freio de mão, recuar gradualmente e abaixar os garfos.
Guindastes de ponte
Durante a operação dos botões poderão surgir riscos como não identificar corretamente os comandos dos botões ou esbarrar em obstáculos durante a condução da carga, mas para evitar estas situações serão utilizadas estações de botões com identificação clara dos movimentos e comandos e os corredores de circulação serão mantidos livres de obstáculos e sinalizados (Fernando, 1992, p. 355-367).
Os acidentes por operação do rádio geralmente ocorrem por pessoal não especializado e por falta de controle da carga devido à tendência do manipulador permanecer parado, mas podem ser evitados bloqueando o rádio com a chave de segurança após o uso, ou durante paradas importantes da ponte rolante e dando instruções ao operador para o acompanhamento obrigatório da carga durante seu manuseio.
Na operação da cabine, o não ajuste dos combinadores para a posição de parada leva automaticamente ao risco de acidente, da mesma forma que vidros inadequados nas janelas da ponte rolante contra radiação e lesões nos pés e nas costas ao acessar a ponte rolante também trazem riscos. Para estes riscos serão utilizadas determinadas normas de segurança, tais como: combinadores que terão dispositivo de 'homem morto' para que retornem à posição de parada quando forem liberados e utilizarem vidros de segurança nas cabines e janelas anti-radiação adequadas em áreas perigosas (fundições e/ou fornos). As janelas dos arranha-céus terão uma alça para evitar que o motorista caia involuntariamente. As cabines devem ser dispostas de forma que o condutor possa, desde o seu local de trabalho, ver todas as manobras e que, mesmo que seja obrigado a olhar para fora para as orientar, não fique exposto a estar numa posição perigosa. Nenhuma cabine deve abrir acima do vácuo. Não podem ser admitidas exceções, exceto quando for impossível fixar plataformas ou dispositivos equivalentes: por exemplo, em pontes rolantes de armazenamento. Neste caso, devem ser previstos dispositivos de segurança e este perigo específico deve ser levado ao conhecimento do pessoal.
A ausência de passadiços e corrimãos acarreta alguns riscos: a queda dos operadores durante as operações de manutenção e a colisão dos operadores nas operações de manutenção devido à largura insuficiente das plataformas e às distâncias não regulamentares em relação aos obstáculos fixos. Para evitá-los, serão utilizadas normas de segurança nas passarelas e plataformas, tais como: a largura de passagem das passarelas não deve ser inferior a 0,5 m, a distância vertical de uma passarela ou plataforma normal de acesso à cabine e qualquer obstáculo localizado acima, fixo ou móvel em relação à passarela, não deve ser inferior a 1,8 m. Esta distância pode ser reduzida para 1,4 m para um obstáculo fixo em relação ao passadiço de comprimento inferior a 1 m e para 1,3 m para passadiços e plataformas de entretenimento. Passarelas e plataformas localizadas a uma altura acima do solo acima de 1 m devem ser dotadas de corrimãos nas laterais voltadas para o vazio. Para passarelas e plataformas de entretenimento é necessário apenas um corrimão; Um corrimão localizado no lado oposto do vazio e fixado a uma parede sólida pode funcionar como corrimão.
Eslingas
As fundas são acessórios de elevação. São constituídos por um corpo longitudinal, normalmente dotado nas extremidades de um ilhó denominado laço, protegido por uma proteção de cabo, para evitar danos ao cabo. Podem possuir terminais truncados-cônicos em ambas as extremidades, denominadas eslingas monoramal (Fernando, 1992, p. 373-383).
Dependendo do material de que são feitas, as lingas podem ser feitas de corda normalmente sintética (fibras de náilon e/ou poliéster), cabo de aço e corrente.
Devem ser tomados cuidados na utilização de lingas de cabos de aço, como evitar deixá-las no solo porque areia e cascalho penetram nos cordões, evitando a formação de torções que geralmente sempre se formam ao puxar em linha reta um cabo que forma uma bobina sem que o cabo tenha sido suficientemente liberado para compensar a deformação devido a uma rotação em torno de seu eixo. Devemos também protegê-los nas arestas vivas com protetores de canto e a lubrificação será feita com graxa neutra.
As lingas de corrente utilizam correntes desequilibradas, correntes sem fim ou correntes equipadas com anéis. Comparados aos cabos, são mais sensíveis a choques, mas mais resistentes ao calor e às diferenças de temperatura. A carga de trabalho deve ser marcada com uma placa ou etiqueta. Devem ser realizadas revisões periódicas para evitar riscos. Existem riscos como quedas e torções nas correntes. Passando os elos um por um perceberemos a frouxidão da corrente, se estiver torcida deve ser descartada.
Transportadores de correia
Nos transportadores de correia (Figura 12) existe uma série de riscos de natureza mecânica, elétrica e laboral (Fernando, 1992, p. 385-392).
Nos riscos mecânicos, o aprisionamento nas partes móveis das transmissões ocorre devido à movimentação de elementos como correias, correntes, engrenagens, acoplamentos, principalmente em operações de manutenção de correias. Outro risco mecânico é o aprisionamento entre correias e tambores ou rolos, ao realizar operações de limpeza para adesão do material. A queda de materiais representa um risco quando as instalações ficam muito acima das áreas de tráfego. Da mesma forma, os ventos predominantes apresentam forças importantes que atuam sobre os transportadores que circulam ao ar livre, e correias de determinado comprimento podem ser deslocadas, provocando a sua queda e a do material transportado. Quando o sistema de tensão da correia é por contrapeso, a necessidade de ter um espaço vertical para a sua movimentação faz com que este sistema seja colocado em altura. Se ocasionalmente a correia quebrar, o contrapeso se soltará, o que poderá causar acidentes graves se houver área de trânsito na sua vertical.
Padrões de segurança serão utilizados para combater esses riscos mecânicos, como a proteção das transmissões e dos tambores de cauda e cabeçote por meio de carenagens ou grades de proteção que permitem visibilidade da correia e fácil desmontagem. Para evitar que o operador tenha acesso ao tambor e realize operações de raspagem do tambor, deve ser instalado um mecanismo que permita esta operação sem a necessidade de acesso à área perigosa. Os sistemas de travamento automático, como interruptores ou paradas de emergência, serão acionados manualmente por meio de botões de fácil acesso e intertravados com os elementos frontais ou traseiros do cinto, posicionando-os a cada 15m. Se forem cabos de emergência, serão de PVC e o reset não será automático, mas sim manual. Devido aos problemas de inércia da correia, em caso de atuação emergencial, é necessário, em cada caso, proceder a um estudo detalhado da instalação e regras de atuação em caso de emergência.
Contra a queda de materiais, ela pode ser protegida cobrindo todo o contorno da correia ou instalando painéis de proteção sob a correia para evitar que os materiais caiam sobre as pessoas que passam por baixo dela. Contra a possível queda do contrapeso ou sistema de tensão, a parte inferior é protegida com uma proteção para impedir a movimentação de pessoal. Outro sistema consistente é colocar um dispositivo mecânico de segurança que impeça a sua queda livre.
Muitos dos riscos elétricos ocorrem em fitas instaladas há anos em locais de trabalho, e esses riscos se devem fundamentalmente ao quadro elétrico sem grau de proteção IP adequado, à falta de inspeção dos cabos de alimentação do motor e à ausência de proteção contra sobrecargas e contatos elétricos indiretos, cuja proteção em muitos casos é baseada apenas em fusíveis.
Estabelecer e dirigir o serviço nacional de emprego e monitorizar o seu funcionamento.
Coordenar a integração e a constituição das Juntas Federais de Conciliação, da Junta Federal de Conciliação e Arbitragem e das comissões constituídas para regular as relações trabalhistas e de gestão que estejam sob jurisdição federal, bem como acompanhar seu funcionamento.
Manter o registro das associações trabalhistas, patronais e profissionais sob jurisdição federal que cumpram as leis.
Dirigir e coordenar a Procuradoria Federal de Defesa do Trabalho.
Estabelecer a política e coordenar os serviços previdenciários da administração pública federal, bem como intervir nos assuntos relativos à seguridade social nos termos da lei.
Planos de estudos e projetos para promover a ocupação no país.
A determinação do tamanho da unidade de carga, bem como o método de conteinerização, é influenciada por diversos fatores, como: o material que está sendo unificado; o número de vezes que o material é retirado da unidade de carregamento para processamento; a quantidade de material a ser manuseado; as condições ambientais às quais a unidade de carregamento está exposta; a suscetibilidade do material a danos; entre outros fatores. Para dimensionar a unidade de carga é necessário levar em consideração algumas medidas:
Determinar a aplicabilidade do conceito de carga unitária;
Selecionar o tipo de equipamento a utilizar para movimentação da unidade de carga;
Identificar a origem mais distante da unidade de carga;
Estabelecer o destino mais distante da unidade de carga;
Determinar o tamanho da unidade de carga;
Configurar a composição e estrutura da unidade de carga;
Determinar o método de formação da carga unitária.
Geralmente, a carga unitária é formada através da sobreposição dos itens no palete. As dimensões dos itens influenciarão o tipo de equipamento de armazenamento de carga unitária a ser utilizado. Se a carga unitária for muito pesada, deve-se levar em consideração a importância do peso, e não do volume da carga unitária.
As dimensões da unidade de carregamento e dos equipamentos utilizados para sua movimentação devem ser compatíveis com os demais equipamentos. As especificações de carga unitária podem ser influenciadas pela instalação de produção ou armazenamento. A largura das portas de entrada e saída, o espaçamento das colunas, a largura dos corredores, o raio de curvatura dos veículos e a altura de empilhamento dos equipamentos de armazenamento são alguns dos fatores que influenciam as dimensões e estrutura da unidade de carga. Já foram inúmeros os casos em que o equipamento adquirido não pôde ser instalado ou utilizado, devido às suas grandes dimensões.
Equipamento
Equipamento e unificador
• - Palete (Figura 3).
• - Plataforma metálica e plataforma metálica com caixa.
• - Caixa empilhável [1] Arquivado em 10 de março de 2016 na Wayback Machine.
• - Suporte de peso.
• - Tambor/barril.
• - Filme paletizável.
• - Paletizadora.
Equipamento de manuseio de materiais
• - Transportador deslizante.
• - Transportador de correia
*Transportador de correia plana
*Transportador de correia telescópica
Correia transportadora curva
Correia transportadora magnética.
• - Transportador de rolos (Figura 4).
• - Transportador de rodas.
• - Transportador de ripas.
• - Transportador de corrente.
• - Transportador de linha de reboque.
• - Cinto aéreo para carro.
• - Transportador aéreo bitrilho.
• - Transportador de automóveis sobre trilhos.
• - Correia de classificação
Defletor
Empurre o desviador
Classificador de ancinho
Classificador de fita
Classificador de rodas
Classificador de correia e corrente
Classificador de rolos
Ripas móveis
Classificador de bandeja móvel
Classificador de banda cruzada
Classificador de bombardeiro.
• - A pé
Carrinho de mão e carrinho de mão
Porta-paletes manual (Figura 5) ou elétrico
Figura 5 – Porta-paletes manual.
Stacker com pernas montadas ou com pantógrafo.
• - Motorista a bordo
Porta-paletes
Caminhão plataforma
Trator com reboque
Empilhador de contrapeso
Empilhador de pórtico
Guindaste de quintal.
• - Automatizado
Veículo guiado automaticamente
Carregador de carga unitária
Carregador de carga pequena
Veículo de tração
Veículo para montagem
Veículo de armazenamento e recuperação
*Monotrilho automático eletrificado
Sistema de transporte e classificação.
• - Monotrilho.
• - Guincho.
• - Guindaste
Braço de guindaste
Ponte rolante
Guindaste de pórtico
Guindaste de torre (Figura 6)
Transelevador.
Equipamento de armazenamento
• - Prateleira para armazenamento de unidades de carregamento
Armazenamento de empilhamento
Estrutura de armazenamento de paletes
Prateleira seletiva de profundidade única
Prateleira seletiva de dupla profundidade
*Prateleira seletiva drive-in
*Prateleira seletiva drive-thru
Rack seletivo de fluxo
Prateleira seletiva push-back
Prateleira móvel
Prateleira de suporte (Figura 7).
• - Equipamentos para armazenamento de unidades de carga
A pé
Porta-paletes manual ou elétrico
Stacker com pernas montadas ou com pantógrafo
*Motorista a bordo
Amplos corredores "Corredor (arquitetura)"
Porta-paletes
Empilhador de contrapeso
Corredores estreitos
Empilhador com pernas montadas
Stacker com pernas montadas e pantógrafo
Empilhador de carregamento lateral
Empilhador com torre
Empilhador combinado
Automatizado.
• - Operador de estoque - Equipamentos de armazenamento
Prateleiras para caixas (Figura 8)
Gavetas modulares de armazenamento em armários
Rack de fluxo para caixa
Mezanino
Prateleira móvel.
• - Operador de estoque - Equipamentos de coleta
Carro de coleta
Carrinho de coleta de pedidos
Pessoa a bordo da máquina automatizada de armazenamento e coleta
Coleção robótica.
• - Estoque para operadora
Carrossel
Carrossel horizontal
Carrossel vertical
Prateleira giratória independente
Equipamento de identificação e comunicação automática
• - Identificação e reconhecimento automáticos
Código de barras
Código de barras
Leitor de código de barras (Figura 9)
Reconhecimento óptico de caracteres
Etiqueta de radiofrequência
*Fita magnética
Visão de máquina.
• - Comunicação automática sem papel
Terminal de dados de radiofrequência
Fones de ouvido com microfone
Luz e ajudas informáticas
Cartão inteligente.
Taxa de acidentes
A preparação de dados estatísticos relacionados com o manuseamento mecânico de materiais é muito difícil de avaliar porque os acidentes são classificados por atividades e não desagregados pelos agentes materiais que causaram os acidentes. Nas classificações de agentes materiais realizadas sobre índices de acidentes, estes são divididos em acidentes leves, graves e fatais. Estas estatísticas são recolhidas pelo Instituto Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho em algumas províncias (Fernando, 1992, p. 326).
Critérios legais
Existe um regulamento que é representado por uma série de disposições legais e técnicas, cujas seções mais importantes se dividem entre aspectos legais compostos por portarias e regulamentos, normas obrigatórias da UNE e diretivas da CEE (Fernando, 1992, p. 328-329).
Riscos e prevenção
Carrinhos de mão
Na classificação de risco das empilhadeiras autopropelidas podem ser destacados vários fatores de risco, como tombamento lateral e frontal da empilhadeira, queda do condutor, queda de materiais transportados e armazenados, colisões contra obstáculos e estrutura, com veículos ou pedestres, queda de pessoa levantada ou transportada e outros riscos como condução da empilhadeira por pessoas não qualificadas, lesões lombares, envenenamentos e/ou queimaduras, incêndios e/ou explosões (Fernando, 1992, pág. 336-342).
Os riscos de queda de materiais devem-se ao mau suporte das cargas em circulação, batidas contra prateleiras ou materiais armazenados e/ou quebra de prateleiras e paletes por excesso de carga. Devem ser utilizados meios de proteção para evitar estes riscos, como ter teto para proteger o motorista, adaptar as cargas e evitar choques, ter boa iluminação na área de circulação e armazenamento, proteger as prateleiras e áreas de armazenamento com defesas adequadas, indicar a capacidade máxima das prateleiras e verificar periodicamente o estado dos paletes.
Os riscos de queda do motorista ocorrem ao entrar ou sair da empilhadeira e quando o motorista se inclina com o veículo em movimento. Devido a estes riscos, devem ser utilizados meios de proteção como o estribo antiderrapante correto, evitando marchas forçadas e problemas de visibilidade que provoquem inclinação excessiva do operador.
Ao manusear a empilhadeira, também existem riscos de tombamento da empilhadeira, que pode ser devido ao excesso de carga, velocidade inadequada ou condução em estradas inclinadas e próximas a terrenos irregulares. Os meios de proteção para tombamento de empilhadeiras são: a utilização de empilhadeiras adequadas à carga a ser levantada, evitar mudanças bruscas de direção e curvas em pequenos raios em velocidade excessiva, verificar a posição, fixação e estado das pontes de carga, não circular com carga elevada e garantir o bom estado das encostas e vias de circulação, verificar o bloqueio dos veículos (caminhões e/ou vagões) antes de entrar neles.
Nas colisões e colisões contra obstáculos e estruturas existem riscos devido ao excesso de velocidade, má visibilidade das vias de trânsito, condução com pouca visibilidade devido à carga e falta de sinalização de obstáculos e vias de trânsito, circulação com carga elevada, pisos e obstáculos escorregadios e sujos. Os meios de protecção utilizados para estes riscos são os seguintes: limitar o excesso de velocidade do camião quando constituir um risco grave (sinalizar a velocidade máxima de condução), estabelecer níveis adequados de iluminação nas vias de circulação, preferencialmente nas zonas de curvas e mudanças de faixa, circular no sentido adequado, quando a carga não oferece condições de visibilidade segura, sinalizar com linhas alternadas amarelas e pretas, ou luzes vermelhas durante a noite, os obstáculos ou objectos localizados nas vias de circulação, Circular com os braços dos garfos a 0,15 m acima do chão, manter as áreas de trabalho livres de obstáculos e pisos limpos (livres de óleo e/ou graxa).
Pode haver riscos em colisões e colisões com outros veículos por excesso de velocidade, vias de trânsito inadequadas e/ou defeitos de sinalização. Para estes riscos serão utilizadas medidas de proteção para reduzi-los, podendo assim reduzir os cruzamentos, proporcionar tráfego de sentido único e largura suficiente das faixas de trânsito, ativar o alarme sonoro e reduzir a velocidade em cruzamentos perigosos e limitar a velocidade às condições locais.
Ao dirigir empilhadeiras há riscos de colisões e atropelamentos com pedestres devido a atropelamento de pedestres por excesso de velocidade, falta de visibilidade e/ou vias de trânsito inadequadas. Para reduzir estes riscos é necessário dotar a empilhadeira de iluminação rotativa, evitando a entrada de veículos e pedestres pela mesma porta de acesso às oficinas e/ou armazéns. Outros meios disponíveis são: aproximar-se das portas giratórias com cautela, não estacionar o caminhão em cruzamentos ou áreas de trânsito e estacionar o caminhão com os braços dos garfos apoiados no chão.
Uma pessoa corre um alto risco de sofrer uma queda ao ser elevada, como ao levantar pessoal em um palete ou empilhadeira para acessar prateleiras ou trabalhos de manutenção. Estes riscos serão reduzidos através da sinalização e proibição do uso da empilhadeira para elevação de pessoal e do uso de gaiola de segurança para este tipo de trabalho.
No transporte de pessoas também existem riscos como a queda de pessoas que são transportadas por empilhadores na cabine ou nos garfos, mas para evitar isso devem ser implementadas medidas de proteção, como sinalização e proibição da utilização do empilhador como veículo de transporte de pessoas.
A condução por pessoas não qualificadas é um risco ao qual se está exposto mas deve ser evitado sinalizando e proibindo a utilização do empilhador por pessoal não autorizado e a chave de ignição só deve estar na posse do condutor autorizado do empilhador que a retirará ao sair do empilhador.
As lesões lombares são um risco que deve ser evitado utilizando pneus adequados aos pisos de circulação, evitando deslocações forçadas com marcha-atrás e em caso de continuidade excessiva nas deslocações forçadas, estudando a utilização de empilhador com assento adequado ao trabalho a realizar.
Os meios de proteção para intoxicações e queimaduras são: utilizar empilhadeira adequada (térmica ou elétrica), de acordo com as características do local de trabalho, abastecer o combustível em local bem ventilado ou ao ar livre e telas anti-calor ou anti-radiação de acordo com o produto transportado ou quando a empilhadeira acessar locais perigosos (fundições e/ou fornos).
Em caso de incêndios e explosões, equipar o empilhador com um extintor adequado se o local de trabalho apresentar um risco grave de incêndio é um meio de proteção, assim como colocar o carregamento das baterias elétricas num local adequado e bem ventilado e proibir fumar se houver risco de incêndio e explosão nas instalações.
Para recolher uma carga, deve certificar-se de que a carga não ultrapassa a capacidade nominal do empilhador que está indicada nas placas de capacidade de carga e que depende da altura de elevação e da distância ao centro de gravidade, aproximar-se gradualmente da estação de empilhamento e colocar os garfos à mesma altura da palete, verificar se a distância entre os garfos corresponde aos furos da palete (os garfos são reguláveis lateralmente e devem ser sempre fixados com os pinos existentes), para recolher a palete é necessário que o mastro esteja numa posição posição vertical, deve-se avançar lentamente até que a parte traseira do garfo entre em contato com a carga ou palete, acionar o freio de estacionamento, levantar um pouco a carga e inclinar o mastro para trás, ao soltar o freio de estacionamento certificar-se de que o caminho para trás está livre, recuar gradativamente e baixar a carga. Para trabalhar suavemente com a carga em grandes altitudes, é imprescindível que o piso tenha características perfeitas. Além disso, é preciso ter cuidado para garantir que a pressão dos pneus esteja correta (Fernando, 1992, p. 342-344).
Ao movimentar-se com carga, a carga deve ser transportada o mais baixo possível, levando em consideração a distância necessária acima do solo, e a carga deve ser transportada sempre utilizando os dois garfos. Para o transporte de cargas pesadas é muito importante que o peso seja distribuído uniformemente nos dois garfos; você deve sempre se mover em uma velocidade regular. Somente em caso de perigo é permitida a desconexão repentina.
Ao colocar a carga, deve-se parar um pouco antes de chegar ao ponto de empilhamento e levantar a carga com margem de segurança acima da pilha, avançar a carga até que ela seja colocada diretamente no topo da pilha e acionar o freio de estacionamento, colocar o mastro na posição vertical e baixar a carga até que os garfos fiquem livres de peso e certificar-se de que pode voltar com segurança liberando o freio de mão, recuar gradualmente e abaixar os garfos.
Guindastes de ponte
Durante a operação dos botões poderão surgir riscos como não identificar corretamente os comandos dos botões ou esbarrar em obstáculos durante a condução da carga, mas para evitar estas situações serão utilizadas estações de botões com identificação clara dos movimentos e comandos e os corredores de circulação serão mantidos livres de obstáculos e sinalizados (Fernando, 1992, p. 355-367).
Os acidentes por operação do rádio geralmente ocorrem por pessoal não especializado e por falta de controle da carga devido à tendência do manipulador permanecer parado, mas podem ser evitados bloqueando o rádio com a chave de segurança após o uso, ou durante paradas importantes da ponte rolante e dando instruções ao operador para o acompanhamento obrigatório da carga durante seu manuseio.
Na operação da cabine, o não ajuste dos combinadores para a posição de parada leva automaticamente ao risco de acidente, da mesma forma que vidros inadequados nas janelas da ponte rolante contra radiação e lesões nos pés e nas costas ao acessar a ponte rolante também trazem riscos. Para estes riscos serão utilizadas determinadas normas de segurança, tais como: combinadores que terão dispositivo de 'homem morto' para que retornem à posição de parada quando forem liberados e utilizarem vidros de segurança nas cabines e janelas anti-radiação adequadas em áreas perigosas (fundições e/ou fornos). As janelas dos arranha-céus terão uma alça para evitar que o motorista caia involuntariamente. As cabines devem ser dispostas de forma que o condutor possa, desde o seu local de trabalho, ver todas as manobras e que, mesmo que seja obrigado a olhar para fora para as orientar, não fique exposto a estar numa posição perigosa. Nenhuma cabine deve abrir acima do vácuo. Não podem ser admitidas exceções, exceto quando for impossível fixar plataformas ou dispositivos equivalentes: por exemplo, em pontes rolantes de armazenamento. Neste caso, devem ser previstos dispositivos de segurança e este perigo específico deve ser levado ao conhecimento do pessoal.
A ausência de passadiços e corrimãos acarreta alguns riscos: a queda dos operadores durante as operações de manutenção e a colisão dos operadores nas operações de manutenção devido à largura insuficiente das plataformas e às distâncias não regulamentares em relação aos obstáculos fixos. Para evitá-los, serão utilizadas normas de segurança nas passarelas e plataformas, tais como: a largura de passagem das passarelas não deve ser inferior a 0,5 m, a distância vertical de uma passarela ou plataforma normal de acesso à cabine e qualquer obstáculo localizado acima, fixo ou móvel em relação à passarela, não deve ser inferior a 1,8 m. Esta distância pode ser reduzida para 1,4 m para um obstáculo fixo em relação ao passadiço de comprimento inferior a 1 m e para 1,3 m para passadiços e plataformas de entretenimento. Passarelas e plataformas localizadas a uma altura acima do solo acima de 1 m devem ser dotadas de corrimãos nas laterais voltadas para o vazio. Para passarelas e plataformas de entretenimento é necessário apenas um corrimão; Um corrimão localizado no lado oposto do vazio e fixado a uma parede sólida pode funcionar como corrimão.
Eslingas
As fundas são acessórios de elevação. São constituídos por um corpo longitudinal, normalmente dotado nas extremidades de um ilhó denominado laço, protegido por uma proteção de cabo, para evitar danos ao cabo. Podem possuir terminais truncados-cônicos em ambas as extremidades, denominadas eslingas monoramal (Fernando, 1992, p. 373-383).
Dependendo do material de que são feitas, as lingas podem ser feitas de corda normalmente sintética (fibras de náilon e/ou poliéster), cabo de aço e corrente.
Devem ser tomados cuidados na utilização de lingas de cabos de aço, como evitar deixá-las no solo porque areia e cascalho penetram nos cordões, evitando a formação de torções que geralmente sempre se formam ao puxar em linha reta um cabo que forma uma bobina sem que o cabo tenha sido suficientemente liberado para compensar a deformação devido a uma rotação em torno de seu eixo. Devemos também protegê-los nas arestas vivas com protetores de canto e a lubrificação será feita com graxa neutra.
As lingas de corrente utilizam correntes desequilibradas, correntes sem fim ou correntes equipadas com anéis. Comparados aos cabos, são mais sensíveis a choques, mas mais resistentes ao calor e às diferenças de temperatura. A carga de trabalho deve ser marcada com uma placa ou etiqueta. Devem ser realizadas revisões periódicas para evitar riscos. Existem riscos como quedas e torções nas correntes. Passando os elos um por um perceberemos a frouxidão da corrente, se estiver torcida deve ser descartada.
Transportadores de correia
Nos transportadores de correia (Figura 12) existe uma série de riscos de natureza mecânica, elétrica e laboral (Fernando, 1992, p. 385-392).
Nos riscos mecânicos, o aprisionamento nas partes móveis das transmissões ocorre devido à movimentação de elementos como correias, correntes, engrenagens, acoplamentos, principalmente em operações de manutenção de correias. Outro risco mecânico é o aprisionamento entre correias e tambores ou rolos, ao realizar operações de limpeza para adesão do material. A queda de materiais representa um risco quando as instalações ficam muito acima das áreas de tráfego. Da mesma forma, os ventos predominantes apresentam forças importantes que atuam sobre os transportadores que circulam ao ar livre, e correias de determinado comprimento podem ser deslocadas, provocando a sua queda e a do material transportado. Quando o sistema de tensão da correia é por contrapeso, a necessidade de ter um espaço vertical para a sua movimentação faz com que este sistema seja colocado em altura. Se ocasionalmente a correia quebrar, o contrapeso se soltará, o que poderá causar acidentes graves se houver área de trânsito na sua vertical.
Padrões de segurança serão utilizados para combater esses riscos mecânicos, como a proteção das transmissões e dos tambores de cauda e cabeçote por meio de carenagens ou grades de proteção que permitem visibilidade da correia e fácil desmontagem. Para evitar que o operador tenha acesso ao tambor e realize operações de raspagem do tambor, deve ser instalado um mecanismo que permita esta operação sem a necessidade de acesso à área perigosa. Os sistemas de travamento automático, como interruptores ou paradas de emergência, serão acionados manualmente por meio de botões de fácil acesso e intertravados com os elementos frontais ou traseiros do cinto, posicionando-os a cada 15m. Se forem cabos de emergência, serão de PVC e o reset não será automático, mas sim manual. Devido aos problemas de inércia da correia, em caso de atuação emergencial, é necessário, em cada caso, proceder a um estudo detalhado da instalação e regras de atuação em caso de emergência.
Contra a queda de materiais, ela pode ser protegida cobrindo todo o contorno da correia ou instalando painéis de proteção sob a correia para evitar que os materiais caiam sobre as pessoas que passam por baixo dela. Contra a possível queda do contrapeso ou sistema de tensão, a parte inferior é protegida com uma proteção para impedir a movimentação de pessoal. Outro sistema consistente é colocar um dispositivo mecânico de segurança que impeça a sua queda livre.
Muitos dos riscos elétricos ocorrem em fitas instaladas há anos em locais de trabalho, e esses riscos se devem fundamentalmente ao quadro elétrico sem grau de proteção IP adequado, à falta de inspeção dos cabos de alimentação do motor e à ausência de proteção contra sobrecargas e contatos elétricos indiretos, cuja proteção em muitos casos é baseada apenas em fusíveis.
Máquina automatizada de armazenamento e coleta de mini cargas
Módulo de elevação vertical
Distribuidor automático.
A falha ou ausência de fins de curso e dispositivos limitadores provoca: risco de impacto na carga devido a oscilações causadas pelo impacto nos batentes; risco de quebra do sistema de elevação por sobrecarga e danos à estrutura da ponte; risco de queda de carga por falta de manutenção adequada das chaves fim de curso; colisões entre pontes rolantes que circulam na mesma pista de táxi; e colisão entre uma ponte rolante contra outra que está parada para operações de manutenção. As normas de segurança para pontes rolantes devem ser dotadas dos seguintes dispositivos: chaves fim de curso superior e inferior para o movimento de elevação, chaves fim de curso máximo e mínimo para translação do carrinho e chaves fim de curso para translação da ponte. Estas chaves fim de curso serão complementares aos limites de serviço da ponte rolante, devendo permitir o movimento no sentido inverso após o destravamento, não devendo servir de parada em serviço normal. As pontes rolantes devem ser equipadas com um limitador de sobrecarga e um limitador de torque se a carga admissível variar com o vão. Eles devem operar entre 10 e 20% de sobrecarga. No caso de motores térmicos, os limitadores de sobrecarga podem ser substituídos por sinais ópticos ou acústicos operando nas mesmas condições.
Devido à queda da carga durante a descida, existem possíveis riscos de queda por falta de dispositivos eficazes em caso de falha de uma fase do motor durante a descida da carga e por falha do freio durante a descida. Se for colocado na saída do motor um relé de assimetria que detecte uma possível falha de uma fase ou de um dos contactos do contactor (também a instalação de um interruptor magneto-térmico em paralelo, com os fusíveis antes deles, resolve parcialmente uma possível falha) e ajustando periodicamente os travões, estes riscos serão reduzidos.
Há uma série de riscos devido à falha dos acessórios de içamento (ganchos-cabo), como a carga se soltando do gancho de içamento e a queda da carga devido à quebra do cabo ou uso indevido de grampos ou cães. Para evitar que isso aconteça, os ganchos devem possuir travas de segurança, devem ser realizadas verificações periódicas nos ganchos, o estado dos cabos deve ser revisado periodicamente (a cada três meses) (desgastes, rompimento dos fios e/ou dobras) e a quantidade de grampos nos cabos deve ser a indicada.
Face a estes riscos eléctricos, o painel de instalação, quando sujeito a agentes atmosféricos, deverá ser dotado de grau de protecção IP 65; as caixas de ligação serão estanques; Os cabos de alimentação serão verificados trimestralmente para detecção de possíveis falhas de isolamento; e a instalação será dotada de proteção contra sobrecargas e contatos elétricos indiretos.
Os riscos derivados do trabalho podem dever-se à queda dos trabalhadores em altura. À medida que as correias passam por cima das instalações, os trabalhadores geralmente circulam ao longo da correia ou sobem nela para operações de manutenção como lubrificação, substituição de peças e/ou rolos. A queda de trabalhadores sobre as correias ocorre em decorrência da travessia dos operadores sobre as correias móveis, ou quando passam ao nível do solo ou na saída dos poços.
Para combater esses riscos decorrentes do trabalho serão utilizadas normas de segurança, como por exemplo que os cintos que circulam em alturas que apresentem risco de queda superior a 2 m devem possuir plataformas ou passarelas com seus correspondentes corrimãos. Estas plataformas serão antiderrapantes e ranhuradas para permitir a remoção de poeira, materiais e água. O acesso será por escada, caso não seja ao nível do chão. Serão disponibilizados viadutos ou passagens subterrâneas para permitir a passagem de pessoal e caso passem próximo a poços deverão ser protegidos com grades.
Existem outras normas de segurança, como o uso de material de proteção individual. Serão utilizadas roupas justas e calçados de segurança. Se as galerias por onde passa o transportador estiverem empoeiradas, serão utilizados óculos de proteção e, se necessário, máscaras contra poeira.
• - FERNANDO PABLO, José Ángel, dir. - Manual de segurança no trabalho. 1ª edição. Madri: MAPFRE, 1992. ISBN 978-84-7100-987-6.
• - KULWIEC, Raymond A. Conceitos básicos de movimentação de materiais. Em KULWIEC, Raymond A. ed. - Manual de manuseio de materiais. 2ª edição. [on-line]. Nova York: John Wiley & Sons, [1985] [Citado em 8 de outubro de 2010]. Disponível na World Wide Web: http://books.google.es/books?id=8Rn72t-L_g8C&lpg=PP1&pg=PP1#v=onepage&q&f=false. ISBN 978-0-471-09782-2.
• - MACHADO, Virgílio A. P. – Movimentação de materiais: equipamentos de movimentação de materiais [online]. São Francisco: Blogger, [2006][Citado em 21 de outubro de 2010].Disponível na World Wide Web: http://eqmovmat.blogspot.com.
• - TAYLOR, G. Don. – Introdução à engenharia logística. Boca Raton, Flórida: Taylor & Francis Group, [2009]. ISBN 978-1-4200-8851-9.
• - TOMPKINS, James A. et al. - Planejamento de instalações. 2ª edição. Nova York: John Wiley & Sons, [1996][Citado em 21 de outubro de 2010]. ISBN 978-0-471-00252-9.
• - Loja.
• - Lojista.
• - Automação industrial.
• - Carrinho de transporte manual.
• - Crossdocking.
• - Entrega.
• - Gestão de stocks.
• - Manuseio de material a granel.
• - Doca de carga.
• - Cursos de Empilhadeira para obtenção da licença de empilhadeira.
• - IMMER John R. - Manuseio de materiais. Barcelona: Editorial Hispânico Europeu, 1971.
• - Introdução à seleção de equipamentos de manuseio de materiais.
• - MEYERS Fred E.; STEPHENS Mattehew P. - Projeto de instalações de fabricação e manuseio de materiais. Madri: Pearson Education, 2006. ISBN 978-970-26-0749-6.
• - Sistemas de porta-paletes: critérios de projeto e considerações sísmicas.
• - Progresso na Prática de Manuseio de Materiais.
• - Fazendo as escolhas certas na seleção de pedidos: armazenamento estático, sistemas automatizados e alternativas de fluxo gravitacional Arquivado em 24 de novembro de 2009 na Wayback Machine.
• - Equipamento de Manuseio de Materiais.
• - MHIA - Indústria de Movimentação de Materiais da América.
• - Racks de armazenamento.
• - Prof. Jofrant Garcia Fernández.
Máquina automatizada de armazenamento e coleta de mini cargas
Módulo de elevação vertical
Distribuidor automático.
A falha ou ausência de fins de curso e dispositivos limitadores provoca: risco de impacto na carga devido a oscilações causadas pelo impacto nos batentes; risco de quebra do sistema de elevação por sobrecarga e danos à estrutura da ponte; risco de queda de carga por falta de manutenção adequada das chaves fim de curso; colisões entre pontes rolantes que circulam na mesma pista de táxi; e colisão entre uma ponte rolante contra outra que está parada para operações de manutenção. As normas de segurança para pontes rolantes devem ser dotadas dos seguintes dispositivos: chaves fim de curso superior e inferior para o movimento de elevação, chaves fim de curso máximo e mínimo para translação do carrinho e chaves fim de curso para translação da ponte. Estas chaves fim de curso serão complementares aos limites de serviço da ponte rolante, devendo permitir o movimento no sentido inverso após o destravamento, não devendo servir de parada em serviço normal. As pontes rolantes devem ser equipadas com um limitador de sobrecarga e um limitador de torque se a carga admissível variar com o vão. Eles devem operar entre 10 e 20% de sobrecarga. No caso de motores térmicos, os limitadores de sobrecarga podem ser substituídos por sinais ópticos ou acústicos operando nas mesmas condições.
Devido à queda da carga durante a descida, existem possíveis riscos de queda por falta de dispositivos eficazes em caso de falha de uma fase do motor durante a descida da carga e por falha do freio durante a descida. Se for colocado na saída do motor um relé de assimetria que detecte uma possível falha de uma fase ou de um dos contactos do contactor (também a instalação de um interruptor magneto-térmico em paralelo, com os fusíveis antes deles, resolve parcialmente uma possível falha) e ajustando periodicamente os travões, estes riscos serão reduzidos.
Há uma série de riscos devido à falha dos acessórios de içamento (ganchos-cabo), como a carga se soltando do gancho de içamento e a queda da carga devido à quebra do cabo ou uso indevido de grampos ou cães. Para evitar que isso aconteça, os ganchos devem possuir travas de segurança, devem ser realizadas verificações periódicas nos ganchos, o estado dos cabos deve ser revisado periodicamente (a cada três meses) (desgastes, rompimento dos fios e/ou dobras) e a quantidade de grampos nos cabos deve ser a indicada.
Face a estes riscos eléctricos, o painel de instalação, quando sujeito a agentes atmosféricos, deverá ser dotado de grau de protecção IP 65; as caixas de ligação serão estanques; Os cabos de alimentação serão verificados trimestralmente para detecção de possíveis falhas de isolamento; e a instalação será dotada de proteção contra sobrecargas e contatos elétricos indiretos.
Os riscos derivados do trabalho podem dever-se à queda dos trabalhadores em altura. À medida que as correias passam por cima das instalações, os trabalhadores geralmente circulam ao longo da correia ou sobem nela para operações de manutenção como lubrificação, substituição de peças e/ou rolos. A queda de trabalhadores sobre as correias ocorre em decorrência da travessia dos operadores sobre as correias móveis, ou quando passam ao nível do solo ou na saída dos poços.
Para combater esses riscos decorrentes do trabalho serão utilizadas normas de segurança, como por exemplo que os cintos que circulam em alturas que apresentem risco de queda superior a 2 m devem possuir plataformas ou passarelas com seus correspondentes corrimãos. Estas plataformas serão antiderrapantes e ranhuradas para permitir a remoção de poeira, materiais e água. O acesso será por escada, caso não seja ao nível do chão. Serão disponibilizados viadutos ou passagens subterrâneas para permitir a passagem de pessoal e caso passem próximo a poços deverão ser protegidos com grades.
Existem outras normas de segurança, como o uso de material de proteção individual. Serão utilizadas roupas justas e calçados de segurança. Se as galerias por onde passa o transportador estiverem empoeiradas, serão utilizados óculos de proteção e, se necessário, máscaras contra poeira.
• - FERNANDO PABLO, José Ángel, dir. - Manual de segurança no trabalho. 1ª edição. Madri: MAPFRE, 1992. ISBN 978-84-7100-987-6.
• - KULWIEC, Raymond A. Conceitos básicos de movimentação de materiais. Em KULWIEC, Raymond A. ed. - Manual de manuseio de materiais. 2ª edição. [on-line]. Nova York: John Wiley & Sons, [1985] [Citado em 8 de outubro de 2010]. Disponível na World Wide Web: http://books.google.es/books?id=8Rn72t-L_g8C&lpg=PP1&pg=PP1#v=onepage&q&f=false. ISBN 978-0-471-09782-2.
• - MACHADO, Virgílio A. P. – Movimentação de materiais: equipamentos de movimentação de materiais [online]. São Francisco: Blogger, [2006][Citado em 21 de outubro de 2010].Disponível na World Wide Web: http://eqmovmat.blogspot.com.
• - TAYLOR, G. Don. – Introdução à engenharia logística. Boca Raton, Flórida: Taylor & Francis Group, [2009]. ISBN 978-1-4200-8851-9.
• - TOMPKINS, James A. et al. - Planejamento de instalações. 2ª edição. Nova York: John Wiley & Sons, [1996][Citado em 21 de outubro de 2010]. ISBN 978-0-471-00252-9.
• - Loja.
• - Lojista.
• - Automação industrial.
• - Carrinho de transporte manual.
• - Crossdocking.
• - Entrega.
• - Gestão de stocks.
• - Manuseio de material a granel.
• - Doca de carga.
• - Cursos de Empilhadeira para obtenção da licença de empilhadeira.
• - IMMER John R. - Manuseio de materiais. Barcelona: Editorial Hispânico Europeu, 1971.
• - Introdução à seleção de equipamentos de manuseio de materiais.
• - MEYERS Fred E.; STEPHENS Mattehew P. - Projeto de instalações de fabricação e manuseio de materiais. Madri: Pearson Education, 2006. ISBN 978-970-26-0749-6.
• - Sistemas de porta-paletes: critérios de projeto e considerações sísmicas.
• - Progresso na Prática de Manuseio de Materiais.
• - Fazendo as escolhas certas na seleção de pedidos: armazenamento estático, sistemas automatizados e alternativas de fluxo gravitacional Arquivado em 24 de novembro de 2009 na Wayback Machine.
• - Equipamento de Manuseio de Materiais.
• - MHIA - Indústria de Movimentação de Materiais da América.