Remediação de solo assistida por bactérias
Introdução
Em geral
biorremediação é uma nova técnica para descontaminar e/ou reparar o ambiente de diferentes organismos, geralmente são utilizados microrganismos, fungos ou plantas, porém, recentemente uma nova alternativa começou a ser estudada e considerada; a utilização de animais como agentes descontaminantes, animais que podem crescer em ambientes com alta toxicidade ou que possuem em seu interior microrganismos capazes de reter metais pesados.
O uso desses animais para iniciativas de biorremediação é chamado de biorremediação animal ou zoorremediação. Esta nova iniciativa deve basear-se em princípios éticos sólidos, razão pela qual apenas invertebrados são utilizados para estes processos.[1].
Métodos
Contenido
Los mecanismos empleados por los animales para remediar los sitios contaminados incluyen la zooextracción y la zooestabilización.
Zooextração
O grupo mais comum de invertebrados utilizados são os moluscos bivalves para reduzir os nutrientes contaminantes dos resíduos.
O efeito dos mexilhões verdes Perna viridis na qualidade da água de uma série de lagoas contíguas que recebem efluentes do viveiro de camarão foi estudado e descobriu-se que o mexilhão verde removeu efetivamente as partículas de alimentos e melhorou a qualidade da água.
Também foram realizadas experiências sobre a capacidade de biorremediação de amêijoas pretas adultas, por exemplo as amêijoas Chione fluctifraga, que eliminaram eficazmente os contaminantes das culturas de camarão.[2].
Por outro lado, está comprovado que as ostras reduzem o nível de fósforo e nitrogênio em 72% e 86%, respectivamente. Ao nível do estuário, o cultivo e a colheita da ostra perlífera Pinctada imbricata podem equilibrar a entrada de azoto de uma estação de tratamento de águas residuais. Estima-se que uma colheita anual de 499 toneladas de ostras pérolas equilibraria a entrada anual de 3.741 kg de azoto que entra no estuário a partir de uma pequena estação de tratamento de águas residuais.