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La acción por la que un bien público pasa a ser controlado por empresas privadas. En el ámbito empresarial, se produce cuando el estado vende una empresa pública. Es desde ese momento cuando el Estado deja de ejercer el control directo sobre esa empresa vendida, de forma que no tiene ni gastos de mantenimiento ni beneficios, pues este deber lo suplen los accionistas o dueños de la empresa. El estado solo controla la actividad y recibe beneficios según lo estipulado a través de los impuestos y el marco jurídico.
Primeira fase
A primeira fase para a privatização de uma empresa é a preparação da venda, embora a pressão da situação possa ser considerada um dos factores mais importantes que afectam a rapidez com que se tenta vender a empresa, existem também elementos políticos determinantes para a preparação da venda. A reestruturação é um passo preliminar à privatização; em alguns casos, a reestruturação é absolutamente necessária para promover a concorrência ou facilitar as vendas, mas a reestruturação apresenta riscos e levanta problemas significativos. Primeiro, pode ser uma operação demorada, resultando numa oportunidade perdida de privatização. Em segundo lugar, pode exigir recursos importantes que o Estado carece. Em terceiro lugar, pode acontecer que a reestruturação reduza o número de potenciais interessados se não coincidir com os programas de investimento que estes últimos têm.
Por estas razões, é possível concluir que a reestruturação das empresas públicas como etapa prévia à sua privatização só deve ser realizada quando uma das três condições seguintes for satisfeita.
Reestruturar por estes motivos, como a possibilidade de melhorar o preço final de venda da empresa, implica assumir que o sector privado tem maior capacidade de acrescentar valor que o Estado, esta é uma actividade da qual o Estado está precisamente a retirar-se. Neste sentido, vale dizer que os mesmos motivos que levam à privatização deveriam levar a deixar a tarefa de reestruturação das empresas a privatizar para o setor privado.
Segunda fase
A segunda fase da privatização é o método de vendas, até agora foi experimentada uma vasta gama de esquemas ou modalidades de privatização e a inovação continua neste campo. Portanto, não existe um padrão fixo, obviamente a modalidade de privatização tem sido em grande parte determinada pelo tipo de empresa ou atividade que é privatizada, mas em geral, a fórmula que tem predominado é a da procura de um investidor estratégico a quem é vendida uma percentagem das ações com controlo da empresa. Outro percentual das ações, que costuma ficar entre 4% e 20%, é vendido aos trabalhadores da empresa privatizada e o restante é levado pelo governo ao mercado de capitais. Este tem sido o esquema utilizado na venda de empresas de telecomunicações, elétrica e muitas outras. Poderíamos dizer que este tem sido o esquema predominante nas grandes empresas.
O objectivo de obter um investidor estratégico para as grandes empresas que são privatizadas tem predominado claramente sobre outros objectivos políticos, como o desenvolvimento do mercado de capitais. Na venda do bloco acionário ao investidor estratégico, predominaram amplamente as licitações públicas.
Isto contribuiu significativamente para dar transparência aos processos de privatização, o que por sua vez contribuiu para dar esta viabilidade política. Embora vários processos de privatização tenham sido fonte de escândalos ou corrupção em vários países latino-americanos (companhias aéreas e petrolíferas na Argentina, companhias de água na Bolívia, companhias telefónicas no México).
Depois de ter desenvolvido o esquema do método de vendas, passamos à terceira etapa, os critérios de seleção dos compradores, pois no método de vendas não existe um método único, nem mesmo dentro de cada país, para selecionar os compradores finais das empresas públicas a serem privatizadas. Contudo, é possível apreciar um fato e uma tendência dominante:
Em numerosos casos de privatizações na América Latina, o preço oferecido pelos investidores interessados teve um peso elevado ou dominante na seleção final; mas esse não foi o único elemento. Também foi dado algum peso aos planos de investimento dos concorrentes. Contudo, nos casos mais recentes de privatizações, o programa de investimento mínimo é defendido pelo governo e este torna-se uma exigência igual para todos os investidores. Estes, já pré-qualificados, competem estritamente com base no preço oferecido.
O uso de um único critério (especialmente preço) por Stephanie Guerrero para selecionar os compradores da empresa tem duas vantagens principais. Simplifica muito o processo de seleção, referindo-o a um único indicador quantificável e, portanto, dá grande transparência ao processo. Tendo os potenciais investidores sido previamente pré-qualificados e tendo o plano de investimento mínimo (quando aplicável) também definido pelo Estado, garante-se que quem vencer entre os compradores terá sido tomada uma boa decisão.