El 17 de mayo de 2013, el Presidente Enrique Peña Nieto presentó, en Palacio Nacional "Palacio Nacional (México)"), el Plan Nacional de Desarrollo 2013 - 2018"), siendo publicado tres días después en el Diario Oficial de la Federación "Diario Oficial de la Federación (México)"). Los mecanismos de participación en el Plan fueron: Consulta Ciudadana por Internet, propuestas ciudadanas en ventanillas físicas y electrónicas, foros de consulta y mesas sectoriales.[9].
A través de la consulta vía página web participaron 129 299 ciudadanos, en ventanillas se recibieron 37 871 documentos (33 955 físicos y 3 916 digitales). Se realizaron 44 foros y 231 paneles de discusión en los que participaron 48 527 personas; adicionalmente de cinco Foros Nacionales, uno por cada Meta Nacional, con 31 paneles de discusión; siete Foros Especiales con 40 paneles de discusión; y 32 Foros Estatales con un total de 160 paneles. También se instalaron 122 Mesas Sectoriales, con una participación de 13 252 personas. En suma, la participación total fue de 228 949 mexicanos.
El documento se encuentra dividido en ocho apartados, antecedidos por una Presentación y una Introducción y Visión General y sucedidos por un Anexo. El objetivo general del Gobierno de Enrique Peña Nieto es llevar a México a su máximo potencial; establece cinco metas nacionales: México en Paz, México Incluyente, México con Educación de Calidad, México Próspero y México con Responsabilidad Global; y formula tres estrategias transversales: Democratizar la Productividad, Gobierno Cercano y Moderno y Perspectiva de Género.
México inclusivo
Propõe centrar a ação do Estado na garantia do exercício dos direitos sociais e na colmatação das brechas de desigualdade social que ainda nos dividem. O objectivo é que o país se torne uma sociedade com equidade, coesão social e igualdade substantiva.
Isto implica tornar efetivo o exercício dos direitos sociais de todos os mexicanos, através do acesso a serviços básicos, água potável, drenagem, saneamento, eletricidade, segurança social, educação, alimentação e habitação digna, com base no capital humano que lhes permite desenvolver plenamente como indivíduos.
México com educação de qualidade
O Sistema Educacional Mexicano deve ser fortalecido para responder às necessidades que um mundo globalizado exige. Os resultados dos testes padronizados de desempenho acadêmico mostram progressos que, no entanto, não são suficientes. A falta de educação é uma barreira ao desenvolvimento produtivo do país, pois limita a capacidade da população de comunicar de forma eficiente, trabalhar em equipa, resolver problemas, utilizar eficazmente as tecnologias de informação para adoptar processos e tecnologias superiores, bem como compreender o ambiente em que vivemos e ser capaz de inovar.
Ao contrário de outras gerações, os jovens têm acesso a uma grande quantidade de informação disponível. No entanto, por vezes faltam-lhes as ferramentas ou competências para processá-lo de forma eficaz e extrair o que será útil ou importante. Nossos jovens precisam de um caminho claro para entrar na vida produtiva. Os mexicanos de hoje devem responder a um novo paradigma onde as oportunidades de emprego não são apenas procuradas, mas por vezes devem ser inventadas. A dinâmica do avanço tecnológico e da globalização exige jovens capazes de inovar.
- Diagnóstico: é fundamental aproveitar a nossa capacidade intelectual.
Educação
O Sistema Educacional Nacional atende atualmente 35,2 milhões de crianças e jovens, na modalidade escolar. A educação básica constitui a base da pirâmide educacional, que representa 73,4% das matrículas do Sistema Educacional, que registra 25,9 milhões de alunos que estão nos seguintes níveis: 4,8 milhões atendidos na educação pré-escolar, 14,8 milhões no ensino fundamental e 6,3 milhões no ensino médio. Cerca de 1,2 milhões de professores colaboram nestes níveis de serviço educativo em quase 228 mil escolas.
A expansão do ensino básico e a diminuição gradual da população em idade escolar têm permitido atingir elevados níveis de cobertura. Contudo, a eficiência final do ensino básico é baixa: por cada 100 crianças que ingressam na escola primária, apenas 76 concluem o ensino secundário em tempo útil. Esta situação limitou a possibilidade de expansão da cobertura do ensino secundário (66,3%), que a lei também estabelece como obrigatório.
Nas escolas de ensino médio são atendidos 4,4 milhões de jovens, 91,3% correspondendo ao ensino médio e 8,7% ao ensino profissional técnico, o que inclui as escolas do Colégio Nacional de Educação Profissional Técnica (CONALEP). Para cada 100 concluintes do ensino médio, 85,9 matriculam-se em alguma instituição de ensino superior.
A matrícula no ensino superior é de 3,3 milhões de estudantes, o que representa uma cobertura de 29,2%. Na medida em que aumenta a taxa de absorção (proporção de alunos que ingressam no nível de ensino seguinte em relação ao total de alunos que concluíram o último ano do nível de ensino imediatamente anterior) e se reduzem as desistências no ensino secundário superior, é possível progredir na cobertura. Destaca-se que do total de alunos que ingressaram no ensino médio em 2010, 49% eram homens e 51% eram mulheres. Em contrapartida, do total de alunos que concluíram o ensino médio naquele mesmo ano, 46,3% eram homens e 53,7% eram mulheres.
México próspero
O plano contempla desencadear um crescimento sustentado da produtividade “num clima de estabilidade económica” e também, diz, através da “geração de oportunidades iguais”.
“Da mesma forma, este objetivo procura proporcionar condições favoráveis ao desenvolvimento económico, promovendo uma regulamentação que permita uma concorrência saudável entre as empresas e o desenvolvimento de uma política moderna de desenvolvimento económico focada na geração de inovação e desenvolvimento em sectores estratégicos”.