Planejamento de participação direta
Introdução
Em geral
participação cidadã é a intervenção dos cidadãos na tomada de decisões relativas à gestão de recursos e ações que impactam o desenvolvimento de suas comunidades. É um direito legítimo dos cidadãos e para o facilitar é necessário um quadro jurídico e mecanismos democráticos que proporcionem condições para que pessoas e organizações de vários sectores da sociedade façam com que as suas vozes e propostas cheguem a todos os níveis de governo.
O termo participação social ou cidadã pode ser conceitualista a partir de diferentes perspectivas teóricas, portanto pode referir-se às formas de fundamentar a legitimidade e o consenso de uma determinada população, por exemplo: a participação democrática também pode referir-se às formas de lutar contra as condições de desigualdade social e para superar as condições de desigualdade social é necessário promover a participação. órgãos públicos e estruturas governamentais, com base na reivindicação do direito de intervir nos assuntos que lhes dizem respeito.[2].
O Estado, ao assumir os problemas e interesses da sociedade, tem a tarefa de gerar políticas de desenvolvimento eficazes nas diferentes áreas, considerando o direito dos cidadãos de reforçarem as suas capacidades de controlo e responsabilidade, uma vez que o desenvolvimento de uma nação democrática só será alcançado com a participação activa de todos os sectores da sociedade. É aqui que entram os “valores da participação cidadã”, que são classificados em 3 Partes: responsabilidade, solidariedade, tolerância.
Um cidadão bem informado sobre os problemas da comunidade poderá participar ativamente na obtenção do bem-estar presente e futuro, seja colaborando com ações simples, seja envolvendo-se e exercendo os seus direitos em prol da resolução dos problemas, pondo em prática os valores da participação cidadã, uma vez que uma sociedade responsável, solidária e tolerante é uma sociedade justa em todos os sentidos. Por exemplo, alguns setores da sociedade são os seguintes: mulheres, crianças e jovens, agricultores, povos indígenas, trabalhadores e sindicatos, ONGs, comerciantes e industriais, universidades e profissionais liberais.
A participação cidadã é continuamente seguida pelo seu lado oposto, que é o abstencionismo. O desânimo e a desconfiança podem ser generalizados entre a população pela falta de contato institucional com a sociedade, ou seja, pela falta de contato institucional social direto. A Declaração Universal dos Direitos Humanos no seu artigo 21 indica que toda pessoa tem o direito de participar no governo do seu país, diretamente ou através de representantes livremente escolhidos. E no seu artigo 29 indica que cada pessoa tem deveres para com a comunidade, pois só nela pode desenvolver livre e plenamente a sua personalidade. Estes artigos mostram claramente que a participação e o desenvolvimento são direitos e deveres que norteiam a personalidade de cada habitante deste país.