Peito
Introdução
Em geral
Um bueiro é um pequeno tanque usado para receber, ligar e distribuir tubos ou conduítes subterrâneos; Geralmente são enterrados e possuem uma tampa na parte superior para que possam ser revistados e limpos de impurezas em seu interior.
São utilizados em redes de saneamento, água potável e irrigação, podendo albergar válvulas de corte de redes enterradas. Eles também são usados em redes de distribuição de eletricidade e outros serviços com fio, como telecomunicações.
São construídos em tijolo, rebocados e espatulados internamente com argamassa de cimento. Também podem ser pré-fabricados em concreto ou materiais plásticos. As tampas são geralmente feitas de materiais metálicos, como fundidos "Fundição (metalurgia)").
Etimologia
O primeiro significado que o dicionário da Real Academia Espanhola dá para bueiro é: caixa ou tanque para receber água e distribuí-la.[1] Priorizando assim qualquer outro tipo de uso que não seja a canalização de fluidos. Nesse sentido, o bueiro faz parte do esgoto.
Por extensão, aquele que faz parte das redes elétricas enterradas, redes de gás, etc. também é denominado bueiro. Normalmente são graváveis e podem alojar a ligação à terra, válvulas de corte ou outros mecanismos.
Fundo
Como precursor dos caixões existe o colagón. O colagón era um buraco ao nível do solo que, desde as cozinhas das casas (em Valladolid), comunicava com a rua e por onde eram descarregadas as águas residuais. Os colágonos continuavam em um canal de telha ou madeira (equivalente ao coletor de corrente) e sobressaíam da parede mais de meia haste. No século era obrigatória a realização de ralos no pátio ou curral e quando este espaço não existe é permitido abrir o ralo na rua desde que não passe pelo local um cano de fonte.
Referências
- [1] ↑ Real Academia Española. «arqueta». Diccionario de la lengua española (23.ª edición). Consultado el 26 de junio de 2011.: https://dle.rae.es/arqueta