Máquinas de chanfrar
Introdução
Em geral
chanfrar[1] ou chanfrar[2] é uma operação pela qual é feito um chanfro, ou seja, um corte ou recesso em uma aresta "Edge (geometria)") de um corpo sólido. Tais chanfros podem ser feitos nas bordas externas, por exemplo nas extremidades de um eixo "Eixo (mecânico)"); ou em bordas internas, como entradas de furos.
Se for feito um chanfro na intersecção de dois planos, obtém-se uma nova face plana "Face (geometria)") e duas arestas retilíneas menos nítidas que a inicial. Por outro lado, se for feito na extremidade de um cilindro, ou seja, na intersecção "Intersecção (geometria)") da face lateral do cilindro com a base, o que se obtém é uma face cônica "Cone (geometria)") e duas arestas circulares.
Aplicativos
A realização de chanfros em peças tem diversas finalidades, dependendo do destino do produto e/ou projeto a realizar. Por exemplo:.
Dimensionamento
Para dimensionar um chanfro em um plano, delimita-se o ângulo da face inclinada e de uma das pernas. Nas peças de revolução, delimita-se o comprimento da perna paralela "Paralelismo (matemática)") ao eixo de simetria e, para a inclinação, delimita-se ou o ângulo entre uma geratriz do cone do chanfro e o eixo, ou o ângulo entre duas geratrizes opostas.
Para chanfros de 45° é utilizada uma notação simplificada na dimensão da perna, por exemplo "2x45º", o que permite dispensar as "linhas de dimensão" e linhas auxiliares para o ângulo.[5].
Para representar juntas soldadas cujas bordas foram previamente chanfradas, são utilizadas representações simbólicas ou vistas ampliadas para limitar o detalhe.[6].
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Referências
- [1] ↑ Vargas Lugo, Elisa; Martínez del Río de Redo, María Josefa; Estrada de Gerlero, Elena I. (1994). Juan Correa. Universidad Autónoma de México. Vol. 4. P. 284.: http://books.google.es/books?id=uNQEByYm2MUC&pg=PA284
- [2] ↑ Bails, Benito (1802). Achaflanado. Diccionario de Arquitectura Civil. Madrid: Imprenta de la Viuda de Ibarra.
- [3] ↑ Cabrera García; Diego Manuel (2007). Proyecto de Gra Portuaria.(Vol. II). Mecanismos, Pliego de Condiciones y Presupuesto. Lulu. ISBN 9781847991300. P. 150 y ss.: http://books.google.es/books?id=kRkUU0n6ZaUC&pg=PA150
- [4] ↑ Millán Gómez, Simón (2006). Procedimientos de mecanizado. Editorial Paraninfo. ISBN 9788497324281. P. 390.: http://books.google.es/books?id=PXLIf4R5fHMC&pg=PA390
- [5] ↑ Corbella Barrios, David (1970). Elementos de normalización. Danubio S. L. Artes Gráficas. Depósito legal: M-17669-1970. Pág. 110.
- [6] ↑ López Poza, R. Dibujo industrial. Madrid: José Atienza, S. A. ISBN 84-404-0342-9. Págs. 146 y ss.