Gestão de resultados
Introdução
Em geral
Controle de gestão é o processo administrativo de planejar, executar e controlar a qualidade e o cumprimento das estratégias e objetivos propostos pelas organizações, privadas e públicas.
Existem diferenças importantes entre as concepções clássica e moderna de controle gerencial. O primeiro é aquele que inclui apenas o controlo operacional e o desenvolve através de um sistema de informação relacionado com a contabilidade analítica, enquanto o segundo integra muitos mais elementos e contempla uma interação contínua entre gestão, planeamento e controlo. O novo conceito de controle de gestão é pleno e integrado, pois inclui o próprio processo administrativo e exige uma orientação estratégica que dê sentido aos seus aspectos mais operacionais.
Sistema de controle de gestão
O SCG possui o diagnóstico ou análise para compreender as causas raízes que condicionam o comportamento dos sistemas físicos, permite estabelecer os vínculos funcionais que ligam as variáveis técnico-organizacionais-sociais ao resultado econômico da empresa e é o ponto de partida para a melhoria dos padrões; Por meio do planejamento, orienta as ações de acordo com as estratégias estabelecidas, rumo a melhores resultados; e, por fim, tem controle para saber se os resultados atendem aos objetivos estabelecidos.
Introdução e resumo
Taylor (1895) foi um dos iniciadores da CG industrial, ele introduziu a contabilidade analítica, o cronograma dos tempos de trabalho direto, os padrões, a alocação de custos indiretos e a remuneração por desempenho. Brown (1907) estabeleceu a fórmula do retorno sobre o capital. Ainda hoje, muitos exemplos são observados nas empresas. A GC gira em torno do controle da eficiência interna da empresa, focando a atenção nos recursos que ela consome, no benefício imediato e nas informações financeiras externas.
Na segunda metade do século, ocorreram mudanças substanciais no ambiente, que passou de estável, com regras de jogo fixas, para turbulento e altamente competitivo. Estas mudanças ambientais desencadearam um grande número de mudanças internas nas empresas, em variáveis como a orientação para o cliente, o desenvolvimento tecnológico e a inovação, o papel orientador da gestão estratégica, as abordagens de qualidade, o papel dos recursos humanos na organização, a gestão da informação e outras. O sucesso empresarial exige, portanto, uma adaptação contínua da empresa ao seu ambiente e a competitividade torna-se o critério económico por excelência para orientar e avaliar o desempenho dentro e fora da empresa.