Garagens pré-fabricadas
Introdução
Em geral
Garagem residencial é um espaço da casa destinado à guarda de carros. O termo deriva do francês garage e este por sua vez do verbo garer, que significa economizar.
Por se tratar de um local que ocupa uma grande percentagem da superfície da maioria das habitações, também pode ser associado a zonas de arrumação ou bricolage.[1].
Aspectos linguísticos
Em muitos países latino-americanos, a palavra estrangeira (Galicismo) garage (pronúncia francesa:) é escrita como tal (isto é, em sua forma bruta), pois ali mantém sua pronúncia francesa. Segundo a Real Academia Espanhola, a grafia com "g" é correta se a palavra for escrita em itálico (considerando que se trata de uma palavra estrangeira),[2] mas seu uso é incorreto sem itálico, já que no espanhol falado na Espanha foi adaptado como "garagem", como lá é pronunciado.[3] Acontece que as adaptações para o espanhol de palavras francesas terminadas em "–age" que a Real Academia Espanhola fez ao longo da história não foram independentes, em qualquer caso, da forma como em que estas são pronunciadas no espanhol falado na Espanha; Pelo contrário, eles os oficializaram. Assim, a regra de adaptar "–age" como "–aje" incluiu todos eles, pois ali são todos pronunciados da mesma forma (como no caso da adaptação "bricolaje", que, coincidentemente, também não é pronunciado assim na América Latina, pois naquela região mantém a pronúncia francesa e por isso não é adaptado, sendo escrito bricolage). Nesse sentido, um caso interessante é o estrangeirismo beige, não adaptado pela Real Academia Espanhola como "beije" como seria de esperar, mas como "beis", (tendo em conta que termina em -eige e não em -age) dada, precisamente, a forma particular como essa palavra é pronunciada em Espanha (tanto a palavra como a letra "s", nada menos). Como você pode ver, se a palavra garagem fosse pronunciada na Espanha como na França e na América Latina, sua adaptação regulamentada não seria “garagem”, mas “garás”. Curiosamente, porém, esta última adaptação também não seria correta para a América Latina, uma vez que o “s” não representa tal fonema ali.