Custos do congestionamento de tráfego
Introdução
Em geral
congestionamento veicular, tráfego, taco (no Chile e partes da Colômbia), trancón (em partes da Colômbia), tranque (no Panamá), barragem (na Costa Rica), fila (na Venezuela), tráfego ou engarrafamento refere-se, tanto urbano quanto interurbanamente, à condição de um fluxo de veículos") que está saturado devido ao excesso de demanda nas estradas, produzindo aumentos nos tempos de viagem e Engarrafamentos Esse fenômeno geralmente ocorre em horários de pico ou de pico e é frustrante para os motoristas, pois resulta em perda de tempo e consumo excessivo de combustível.
As consequências do congestionamento resultam em acidentes, mesmo que os carros não possam circular em alta velocidade, pois o motorista perde a calma ao ficar parado por muito tempo em um ponto da estrada. Isto também resulta em violência rodoviária, por outro lado reduz a gravidade dos acidentes, uma vez que os veículos não circulam em alta velocidade para serem vítimas de danos ou ferimentos mais graves. Além disso, os veículos perdem combustível desnecessariamente porque ficam muito tempo inativos no mesmo local, sem avançar no trajeto de um ponto a outro.
Segundo a revista Time, a cidade de São Paulo sofre o pior congestionamento do mundo.[1] Com base em relatórios da Companhia de Engenharia de Tráfego, órgão municipal que administra a gestão do tráfego na cidade, no dia 23 de maio de 2014 foi atingida a marca histórica de 344 km de linhas acumuladas no entorno da cidade de São Paulo no horário de pico. tarde.[2].
Cidades com maior tráfego de veículos
Entre as diversas cidades com pior tráfego de veículos estão Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina), Moscou (Rússia), Istambul (Turquia), Santiago (Chile), Cidade do México (México), Estado do México (México), São Paulo (Brasil), Londres (Reino Unido), Rio de Janeiro (Brasil), Boston (Estados Unidos), São Petersburgo (Rússia), Roma (Itália), entre outras.[3].