Construção com Ossos (História)
Introdução
Em geral
A indústria de ossos é aquela indústria que produz ferramentas cuja matéria-prima é orgânica, ou seja, aquelas feitas de osso, chifre ou marfim. Pela sua natureza química apresentam menor grau de conservação que as indústrias líticas. As ferramentas de osso preservadas hoje são aquelas que permaneceram enterradas em condições favoráveis. Possivelmente na pré-história foram feitos diversos utensílios feitos de madeira, casca de árvore, corda, pele, penas de pássaros, cabelo, etc., mas desapareceram. Apenas alguns fragmentos de madeira foram preservados com vestígios de terem sido feitos pelo homem, como lanças, postes ou hastes encimadas por pontas de pedra ou osso. Alguns fragmentos de madeira foram datados do Paleolítico Inferior, mas a sua descoberta arqueológica é excepcional.[1].
Os materiais orgânicos não possuem a dureza da pedra na fabricação de uma ferramenta. Porém, são muito mais maleáveis e flexíveis, o que permite sua utilização para outras atividades. Permitem, portanto, realizar técnicas difíceis de realizar com pedra, como corte, furação, incisão ou polimento. Além disso, os materiais ósseos permitem a realização de determinadas marcas na sua superfície, bem como o desenvolvimento de manifestações artísticas, como a arte móvel do Paleolítico Superior.
História
Durante o Paleolítico Inferior e o Paleolítico Médio, o homem fez pouco uso de ossos para fazer ferramentas, como demonstram os materiais preservados em achados arqueológicos. Existem ossos quebrados intencionalmente pelo homem, mas não podem ser considerados úteis. Esses achados ósseos são chamados de osso mal trabalhado.
É durante o Paleolítico Superior e épocas posteriores que aparecem verdadeiros instrumentos ósseos com tipos bem definidos, a tal ponto que quando aparecem são chamados em alguns estratos de fósseis diretores por definirem uma determinada área cultural.
Pessoal
Contenido
Los tipos básicos de instrumental óseo paleolítico y mesolítico son los siguientes:.
Socos
Um furador é um objeto pontiagudo comumente usado para perfurar ou trabalhar materiais como madeira ou couro. Os socos ósseos são direcionados a quaisquer restos ósseos. A quantidade de polidor utilizada, o método de preparação e o tamanho desses objetos podem variar consideravelmente. Os punções costumam ser classificados de acordo com as características do osso utilizado. Muitos retêm a epífise ou a extremidade arredondada do osso. Embora alguns autores tenham hipóteses diferentes sobre o uso dessas ferramentas, os dois principais usos sobre os quais há acordo são o trabalho de cestaria e a perfuração de pele de animais.[3].
Referências
- [1] ↑ Ana María Muñoz Amilibia, Victoria Cabrera Valdés, Ana Fernández Vega, Sergio Ripoll López, Amparo Hernando Grande, Mario Menéndez Fernández, Eduardo Ripoll Perelló (2001 (primera edición, sexta reimpresión 2006)). Prehistoria Tomo I. Lerko Print, S.A Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED). ISBN 84-362-4399-4 Obra completa.
- [2] ↑ Los llamados «bastones de mando», hoy en día mayoritariamente designados como «bastones perforados», nunca tuvieron la finalidad de ser un símbolo de autoridad o de mando, según se desprende de los estudios actuales. Hoy en día, en función de la tipología de cada agujero de bastón, se asocia estos objetos a herramientas destinadas a la fabricación de cuerdas o al frenado de animales salvajes capturados con lazos o redes. Para más información véase Bastón perforado.
- [3] ↑ Buc, Natacha; Loponte, Daniel (2007). «Bone tool types and microwear patterns: Some examples from the Pampa region, South America». Methods and interpretations in Worked Bone (en inglés): 143-157. Archivado desde el original el 7 de agosto de 2015. Consultado el 18 de octubre de 2014.: https://web.archive.org/web/20150807024844/http://www.inapl.gov.ar/invest/arqueologia_region_pampeana/bibliografia/13.pdf