Cibersegurança na construção
Introdução
Em geral
Segurança informática, também conhecida como cibersegurança,[1] é a área relacionada à informática e à telemática que tem como foco a proteção da infraestrutura computacional e de tudo que está ligado a ela, e principalmente das informações contidas em um computador ou que circulam pelas redes de computadores.[2] Para isso existe uma série de padrões, protocolos, métodos, regras, ferramentas e leis destinadas a minimizar possíveis riscos à infraestrutura ou à própria informação. A segurança cibernética inclui softwares (bancos de dados, metadados, arquivos de “arquivo (computação)”), hardwares, redes de computadores e tudo o que a organização entende e valoriza como risco caso as informações confidenciais envolvidas possam chegar às mãos de outras pessoas, por exemplo, tornando-se assim informações privilegiadas.
A definição de segurança da informação não deve ser confundida com a de “segurança informática”, esta última trata apenas da segurança no ambiente informático, mas aliás, a informação pode ser encontrada em diversos meios ou formas, e não exclusivamente em meios informáticos.
A segurança da informação fala-nos sobre métodos e processos que procuram proteger os ficheiros de informação nas suas diferentes formas e estados, enquanto a segurança informática fala-nos sobre métodos e processos técnicos para proteger a confidencialidade, disponibilidade e integridade da informação.
A segurança informática também se refere à prática de prevenir ataques maliciosos a computadores e servidores, dispositivos móveis, sistemas eletrônicos, redes e dados, etc.[1].
Resumindo, a segurança num ambiente de rede é a capacidade de identificar e eliminar vulnerabilidades. Uma definição geral de segurança também deve prestar atenção à necessidade de salvaguardar as vantagens organizacionais, incluindo informações e equipamentos físicos, como os próprios computadores. Ninguém responsável pela segurança deve determinar quem e quando pode tomar as medidas apropriadas em relação a um item específico. Quando se trata de segurança empresarial, o que é apropriado varia de organização para organização. Independentemente disso, qualquer empresa com rede deve ter uma política de segurança que aborde conveniência e coordenação.
No domínio da cibersegurança, foram desenvolvidos modelos de avaliação de risco para gerir eficazmente os aspectos relacionados com o risco cibernético. Um desses modelos é o "cubo McCumber" introduzido por John McCumber em 1991. O cubo McCumber é um modelo tridimensional usado para analisar e projetar estratégias de segurança da informação de forma abrangente. Este modelo revolucionário descreveu os fatores de risco de segurança cibernética em uma representação tridimensional em forma de cubo. Cada uma das faces visíveis do cubo representa três aspectos diferentes do risco cibernético que devem ser geridos de forma eficaz. Cada interseção no espaço tridimensional do cubo representa a combinação de três componentes, um de cada face. Ou seja, cada ponto de junção no cubo representa a intersecção de três aspectos-chave relacionados ao risco cibernético. Em particular, o minicubo localizado na frente e contornado em vermelho representa a intersecção entre confidencialidade, tecnologia e processamento. Esta abordagem destaca a ideia de implementar controles tecnológicos para salvaguardar a privacidade dos dados durante o processamento. O modelo McCumber Cube tem sido utilizado como uma ferramenta valiosa na avaliação e gestão de riscos de segurança cibernética, permitindo às organizações identificar e abordar de forma mais eficaz vulnerabilidades e ameaças no seu ambiente digital.