Casas à venda Cidade do México
Introdução
Em geral
O Preço da habitação no México ou custo médio da habitação no México refere-se ao preço de compra ou venda de habitação numa localidade ou território do México. Também pode se referir ao preço do aluguel ou aluguel.
Preços das casas no México nos últimos anos
Contenido
La burbuja inmobiliaria global (1996-2006) originada en Estados Unidos y que estalló con la crisis de las hipotecas subprime, tardó en manifestarse en México y aunque tuvo un impacto claro no fue fuerte como en EE. UU. En México no hubo burbuja especulativa por lo que los precios solamente tuvieron una ligera bajada debido a la contracción en las ventas que siendo importante afectó de manera desigual a distintos territorios y segmentos de viviendas. El precio de la vivienda sufrió una fuerte caída en los años 2007-2008 iniciando una subida a finales de 2009.[1] En 2011, en zonas de México donde está instalado el crimen organizado -Chihuahua, Nuevo León, Michoacán, Guerrero y Tamaulipas- el precio de la vivienda bajó considerablemente.[2].
En 2012, según el índice SHF (Sociedad Hipotecaria Federal) no habría señales de una burbuja de precios en el marcado hipotecaria ya que la subida del índice es similar a la inflación registrada, con una subida media del 3,14%.[3].
En el primer trimestre de 2013 la vivienda de media un 2,92% y en el D.F. un 5,35%.[4].
Contexto histórico relacionado à habitação e perspectivas futuras
No México, embora existam quase uma centena de organizações que de uma forma ou de outra financiam a habitação social, cerca de 20% das habitações construídas são feitas através do mecanismo endémico, oneroso e ineficiente da autoconstrução. Foi configurada uma política habitacional corporativa e exclusiva, que se baseia num sistema de instrumentos financeiros, imobiliários e jurídicos que levaram a que cerca de 60% do parque habitacional do México fosse criado fora dos mecanismos formais de produção de habitação social; que a política fundiária, subsidiária da política de financiamento habitacional, limitou-se à regularização de assentamentos ilegais e, com isso, perdeu a possibilidade de funcionar como instrumento regulador do mercado imobiliário, para se tornar uma forma de institucionalização do mercado informal de terras e habitação; e, por fim, que cerca de 20% do mercado imobiliário do país, destinado ao arrendamento habitacional, se desenvolve a partir de um amplo conjunto de modalidades habitacionais precárias que foram deixadas à margem dos mecanismos regulatórios e de produção da habitação social.[5].