Takt time é o tempo médio entre o início da produção de uma unidade e o início da produção da próxima, quando esses inícios são estabelecidos para coincidir com o ritmo de demanda do cliente. Por exemplo, se considerarmos que um cliente necessita de 10 unidades por semana de um determinado produto, uma semana de trabalho de 40 horas e que o fluxo de trabalho será constante ao longo da linha de produção, o tempo médio entre o início da produção de cada unidade deverá ser de 4 horas (na verdade deverá ser inferior a isso porque devem ser tidas em conta certas interrupções como paradas de máquinas e pausas programadas de funcionários). Desta forma, seria alcançado o desempenho de produção de 10 unidades por semana que o cliente necessita.
É comum considerar erroneamente que o tempo Takt se refere ao tempo necessário para produzir o produto. Na verdade, o Takt Time reflete simplesmente o ciclo de produção necessário para atender à demanda. No exemplo anterior, não importa se o tempo de criação do produto é de 4 minutos ou de 4 anos, o tempo Takt deve ser de 4 horas. Caso um processo ou linha de produção não consiga produzir no ritmo estabelecido pelo Takt time, será necessário retificar a velocidade da demanda, os recursos a serem aplicados ou redesenhar o processo produtivo.
Etimologia
Takt Time é um termo adaptado da palavra japonesa takutotaimu (), que por sua vez é adaptada do alemão Taktzeit, cujo significado é “intervalo de tempo”. A palavra foi introduzida por engenheiros alemães na década de 1930.[1].
Definição
Considerando que um produto é fabricado na proporção de uma unidade para cada tempo estabelecido; que esta produção seja realizada num ciclo constante; e que este ciclo se desenvolve durante o tempo de trabalho disponível em uma linha de produção, o Takt time é a quantidade de tempo que deve decorrer entre a conclusão de duas unidades consecutivas para satisfazer a demanda estabelecida.
O Takt Time pode ser determinado com a fórmula:
em que:.
T=Takt Time, ou tempo de trabalho entre duas unidades consecutivas.
Buffer de tempo (enxuto)
Introdução
Em geral
Takt time é o tempo médio entre o início da produção de uma unidade e o início da produção da próxima, quando esses inícios são estabelecidos para coincidir com o ritmo de demanda do cliente. Por exemplo, se considerarmos que um cliente necessita de 10 unidades por semana de um determinado produto, uma semana de trabalho de 40 horas e que o fluxo de trabalho será constante ao longo da linha de produção, o tempo médio entre o início da produção de cada unidade deverá ser de 4 horas (na verdade deverá ser inferior a isso porque devem ser tidas em conta certas interrupções como paradas de máquinas e pausas programadas de funcionários). Desta forma, seria alcançado o desempenho de produção de 10 unidades por semana que o cliente necessita.
É comum considerar erroneamente que o tempo Takt se refere ao tempo necessário para produzir o produto. Na verdade, o Takt Time reflete simplesmente o ciclo de produção necessário para atender à demanda. No exemplo anterior, não importa se o tempo de criação do produto é de 4 minutos ou de 4 anos, o tempo Takt deve ser de 4 horas. Caso um processo ou linha de produção não consiga produzir no ritmo estabelecido pelo Takt time, será necessário retificar a velocidade da demanda, os recursos a serem aplicados ou redesenhar o processo produtivo.
Etimologia
Takt Time é um termo adaptado da palavra japonesa takutotaimu (), que por sua vez é adaptada do alemão Taktzeit, cujo significado é “intervalo de tempo”. A palavra foi introduzida por engenheiros alemães na década de 1930.[1].
Definição
Considerando que um produto é fabricado na proporção de uma unidade para cada tempo estabelecido; que esta produção seja realizada num ciclo constante; e que este ciclo se desenvolve durante o tempo de trabalho disponível em uma linha de produção, o Takt time é a quantidade de tempo que deve decorrer entre a conclusão de duas unidades consecutivas para satisfazer a demanda estabelecida.
Ta = tempo líquido disponível para trabalho, ou tempo de trabalho por período.
D= demanda (do cliente), ou unidades necessárias por período.
O tempo líquido disponível é a quantidade de tempo estabelecida para o trabalho ser realizado. Isto exclui pausas para descanso e quaisquer paradas pré-estabelecidas, como manutenção programada, pausas para instruções, etc.
Na realidade, os operadores e as máquinas não conseguem manter 100% de eficiência, pois inevitavelmente haverá pausas não programadas. Portanto, certas margens devem ser consideradas devido a essas pausas e a linha de produção deve levá-las em consideração na hora de configurar. Consequentemente, o ciclo de produção deve ser um pouco mais rápido para poder absorver essas hipotéticas pausas não programadas.
Por outro lado, o Takt time deve ser ajustado de acordo com as necessidades da empresa. Por exemplo, se um departamento de uma empresa fornece peças para diversas linhas de produção, é comum usar Takt Times semelhantes em todas as linhas para alinhar com o fluxo de trabalho da estação anterior. A demanda do cliente pode ser satisfeita ajustando o tempo de trabalho diário, reduzindo os ciclos de produção nas máquinas,...
Implementação
O takt time é uma estimativa teórica a ser aplicada em um ambiente de produção. É usado na indústria (fundição, perfuração ou preparação de um trabalho para outra tarefa), tarefas de controle (teste de componentes ou ajuste de máquinas) ou na administração (respostas padrão a consultas ou operações de call center). Porém, seu uso mais comum é em linhas de produção ou linhas de montagem nas quais o produto é movimentado ao longo das diferentes estações que compõem cada linha ou linha de montagem, em cada uma das quais são executadas uma série de tarefas pré-definidas.
Uma vez implementado um Sistema Takt, isso traz uma série de benefícios:
[2] ↑ Laraia, Anthony C.; Patricia E. Moody; Robert W. Hall (1999). The Kaizen Blitz: accelerating breakthroughs in productivity and performance. New York: John Wiley and Sons. ISBN 978-0-471-24648-0. [página requerida].: https://archive.org/details/kaizenblitzaccel0000lara
O Takt Time pode ser determinado com a fórmula:
em que:.
T=Takt Time, ou tempo de trabalho entre duas unidades consecutivas.
Ta = tempo líquido disponível para trabalho, ou tempo de trabalho por período.
D= demanda (do cliente), ou unidades necessárias por período.
O tempo líquido disponível é a quantidade de tempo estabelecida para o trabalho ser realizado. Isto exclui pausas para descanso e quaisquer paradas pré-estabelecidas, como manutenção programada, pausas para instruções, etc.
Na realidade, os operadores e as máquinas não conseguem manter 100% de eficiência, pois inevitavelmente haverá pausas não programadas. Portanto, certas margens devem ser consideradas devido a essas pausas e a linha de produção deve levá-las em consideração na hora de configurar. Consequentemente, o ciclo de produção deve ser um pouco mais rápido para poder absorver essas hipotéticas pausas não programadas.
Por outro lado, o Takt time deve ser ajustado de acordo com as necessidades da empresa. Por exemplo, se um departamento de uma empresa fornece peças para diversas linhas de produção, é comum usar Takt Times semelhantes em todas as linhas para alinhar com o fluxo de trabalho da estação anterior. A demanda do cliente pode ser satisfeita ajustando o tempo de trabalho diário, reduzindo os ciclos de produção nas máquinas,...
Implementação
O takt time é uma estimativa teórica a ser aplicada em um ambiente de produção. É usado na indústria (fundição, perfuração ou preparação de um trabalho para outra tarefa), tarefas de controle (teste de componentes ou ajuste de máquinas) ou na administração (respostas padrão a consultas ou operações de call center). Porém, seu uso mais comum é em linhas de produção ou linhas de montagem nas quais o produto é movimentado ao longo das diferentes estações que compõem cada linha ou linha de montagem, em cada uma das quais são executadas uma série de tarefas pré-definidas.
Uma vez implementado um Sistema Takt, isso traz uma série de benefícios:
[2] ↑ Laraia, Anthony C.; Patricia E. Moody; Robert W. Hall (1999). The Kaizen Blitz: accelerating breakthroughs in productivity and performance. New York: John Wiley and Sons. ISBN 978-0-471-24648-0. [página requerida].: https://archive.org/details/kaizenblitzaccel0000lara