Automação
Introdução
Em geral
Automação do trabalho (automação: do grego antigo auto, 'guiado por si mesmo') é um sistema onde tarefas de produção, geralmente realizadas por operadores humanos, são transferidas para um conjunto de elementos tecnológicos. Esses sistemas são comumente utilizados em processos de produção em massa, regulação de temperatura de caldeiras e fornos, estabilização e navegação de navios e aeronaves, etc.
O maior benefício do trabalho automatizado, além de substituir o trabalho humano, é otimizar o uso de recursos como energia e materiais. Além disso, também aumenta a qualidade, velocidade e precisão da produção em massa.
A palavra automação, inspirada na palavra anterior automático, não era comumente usada até 1947, quando a empresa americana General Motors estabeleceu o departamento de automação.[1] Depois disso, o uso desses sistemas começou a se espalhar nos Estados Unidos e nos demais países mais desenvolvidos da Europa e da Ásia.
Partes de um sistema automatizado
parte de controle
Essa parte geralmente consiste em um autômato programável, ou seja, um sistema tecnológico que funciona sem a necessidade de um ser humano para controlá-lo diretamente. Isto executa os pedidos programados pelo operador, deixando aos trabalhadores mais tempo para se concentrarem em outras áreas de produção. Num sistema de produção automatizado, o controlador programável está no centro do sistema. Este deve ser capaz de se comunicar com todos os constituintes do sistema automatizado.[2] Este tipo de tecnologia é relativamente nova, pois recentemente, em vez de autômatos, foram utilizados relés eletromagnéticos, cartões eletrônicos ou módulos lógicos pneumáticos (tecnologia cabeada).
Parte operacional
A parte operacional é a parte que atua diretamente na máquina. São os elementos que fazem a máquina se movimentar e realizar a operação desejada. Os elementos que compõem a parte operacional são os atuadores das máquinas como motores, cilindros, compressores.[2].