arquitetura urbana crítica
Introdução
Em geral
A arquitetura reivindicativa efêmera é conhecida como arquitetura que revela uma situação social, política ou ambiental crítica, seja por meio de projetos construídos ou de abordagens teóricas, com o intuito de chamar a atenção para as questões levantadas e produzir uma reflexão para gerar consciência.
Generalidades
Projetos arquitetônicos reivindicativos exigem uma análise aprofundada do problema na primeira fase, iniciando assim o processo de sensibilização e divulgação a outros agentes. Para isso, utilizam-se pequenas instalações efémeras que permitem reproduzir ideias de forma eficaz, rápida e direta, e por vezes recorrem a novas tecnologias e redes sociais para conseguir uma maior divulgação. A sua concepção assenta no pressuposto de que a arquitectura e o espaço urbano, enquanto elementos inerentes à representação da sociedade, são capazes de reflectir os problemas existentes e de serem utilizados como meio de envolvimento dos cidadãos.
Pessoal
Arquitetura de protesto social
Centra-se nos problemas sociais derivados das desigualdades económicas, culturais, de género, etc. Muitas destas propostas não só propõem uma solução para o problema, mas também possuem características reconhecíveis que lhes permitem chamar a atenção para o mesmo e gerar consciência na população.
Krzysztof Wodiczko De 1980 em diante
Com seus instrumentos, projeções, arquiteturas interativas e veículos dá voz a pessoas que normalmente não a possuem; imigrantes, moradores de rua, veteranos, etc. Utilizando elementos arquitetônicos e o espaço público como suporte, renova a relação entre eles e os pedestres.[1].
Michael Rakowitz. Parasita.
Diferentes locais nos EUA. 1998 em diante.
Suas arquiteturas infláveis construídas com sacos plásticos são conectadas às saídas de ar dos aparelhos de ar condicionado, aproveitando o calor que expelem para a rua, com designs personalizados para moradores de rua que são obrigados a viver na rua.[2].