Arquitetura Fluvial
Introdução
Em geral
Arquitetura da água – e o conceito associado engenharia da água[1] – é o conjunto de obras e estudos relacionados com as diversas infraestruturas hidráulicas, sua gestão e desenvolvimento.[2] Embora o conceito e a sua materialização já fossem evidentes na Idade Antiga, a terminologia e a sua difusão como ciência e indústria surgem no final do século.[3] Além dos aspectos históricos ou culturais do conceito,[4] na sua vertente científica, a chamada arquitetura da água pode aparecer associada à gestão de recursos hídricos e todos os tipos de hidrotecnologias.[5].
A título de orientação, podem ser mencionados os domínios da condução da água (aquedutos, canais e cursos de água), da exploração hidráulica (moinhos hidráulicos, parques aquáticos e albufeiras), do consumo (fontes, piscinas, cisternas e chultuns), do planeamento urbano e paisagístico (jardins de modelo islâmico) e da arquitectura natural (cascatas, rios subterrâneos, grutas e grutas, etc.), além dos terrenos relacionados com o tratamento de acidentes fluviais. lacustres ou marinhos (lagoas, pântanos e deltas, salinas e estuários canalizados) e o mais recente crescimento de propostas derivadas do turismo ecológico.[6].
Trabalho de campo
O antropólogo espanhol Pedro Antón Cantero, num estudo dedicado à Arquitetura da água, propõe para o estudo institucional desta grande parcela de bens culturais de uma região, país, etc., ou trabalho de campo sobre ela, o seguinte inventário essencial:[7].
espaços monumentais
Para além do conjunto de reconhecimentos que a UNESCO propôs na Lista do Património Mundial, podem ser aqui citados para uma descrição global dos espaços monumentais relacionados com a arquitectura aquática.