Arquitetura Fenomenológica
Introdução
Em geral
Peter Zumthor (Basileia, 26 de abril de 1943) é um arquiteto suíço. Ele recebeu o Prêmio Pritzker em 2009.[1] Entre suas principais obras estão as Termas de Vals e o Museu de Arte de Bregenz.
Caminho
Formou-se como marceneiro antes de passar para a arquitetura, estudando na Kunstgewerbeschule em Basileia e no Pratt Institute em Nova York. É marceneiro, designer e arquiteto. Em 1979 estabeleceu-se na região suíça de Grisões.
Zumthor caracteriza-se por demorar na concepção e escolha de seus projetos com finalidade artística e não econômica; aceitar um projeto apenas por afinidade.
Nas suas obras é possível perceber uma intemporalidade, um trabalho artesanal rigoroso, com destaque para a madeira da qual possui amplo conhecimento como marceneiro, uma forte definição espacial e uma gestão extensa da combinação de luz e escuridão. Esta forma de projetar deve-se à arquitetura fenomenológica que advém de uma componente filosófica baseada em perceções, emoções, consciência e experiências, sendo uma das suas principais funções criar espaços e ambientes que estimulem os sentidos.
Peter Zumthor foi o vencedor do concurso de recuperação do Museu Diocesano de Kolumba, em Colônia; A sua construção envolve completamente as ruínas da igreja e até se funde com elas; Além disso, utiliza o nível superior e uma ala lateral para abrigar as áreas expositivas, onde se misturam obras medievais com contemporâneas.
Recebeu o Prêmio Pritzker de Arquitetura em 2009 e a Medalha Real de Ouro de Arquitetura 2013. Trabalhou como consultor de construção no Departamento de Conservação de Monumentos do cantão suíço de Grisões e analista de cidades históricas. Em 1979 criou seu próprio escritório em Haldestein. É professor da Accademia di Architettura dell'Università della Svizzera Italiana em Mendrisio (Suíça) e professor visitante em diversas universidades ao redor do mundo.[2].
Além disso, o arquiteto abordou a arquitetura fenomenológica na década de 1950 e, a partir daí, o interesse cresceu, ainda mais com a presença de arquitetos de destaque como Steven Holl, Peter Zumthor e Juhani Pallasmaa. Suas obras enfatizam recursos que causam fortes impressões sensoriais, como luzes, sombras, água e texturas que impactam e emocionam.