Arquitetura de proteção psicológica
Introdução
Em geral
Baruch Givoni (Jerusalém, 1920 - 2019) foi um arquiteto israelense. Foi um dos mais reconhecidos especialistas em arquitetura bioclimática do mundo, principalmente após a publicação em 1969 de seu livro Man, Climate and Architecture (“Homem, Clima e Arquitetura”). Seu campo de trabalho abrangeu energia e edifícios, atmosfera urbana e clima, e energia solar. Desenvolveu o "Diagrama de Givoni" para controle bioclimático e projeto de edifícios, utilizado em diversas escolas de arquitetura ao redor do mundo.
Biografia
Nasceu em 10 de janeiro de 1920 em Jerusalém, então sob domínio britânico. Givoni foi arquiteto, formado pela Faculdade de Arquitetura do Technion (Instituto de Tecnologia de Israel) em Haifa em 1953. Mestre em Higiene pela Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade de Pittsburgh em 1959 e Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Medicina da Universidade de Jerusalém em 1963.
Atuou como professor e pesquisador na Estação de Pesquisa em Construção (1970-1977) e em Arquitetura e Urbanismo (1973-1977) no Technion. Foi professor do Departamento de Arquitetura e Desenho Urbano da Universidade da Califórnia, Los Angeles nos Estados Unidos (1977-1997) e da Universidade Ben-Gurion do Negev (1977-1984). Foi professor visitante em diversas universidades nos Estados Unidos, América do Sul, Austrália e Europa.
Foi cofundador da associação internacional Passive and Low Energy Architecture (PLEA). Ele morreu em 24 de dezembro de 2019 em Israel.
Homem, Clima e Arquitetura
Capítulos
O índice do livro contém as seguintes seções que centenas de autores em todo o mundo seguiram posteriormente para criar suas obras.
Contente
Ao longo de 365 páginas apresenta a relação entre conforto humano, clima e arquitetura, entendendo “arquitetura” como o edifício que contém e protege o homem e suas atividades. Para isso, seu trabalho chega a uma síntese em um climograma feito em diagrama psicrométrico onde desenha uma zona de conforto higrotérmico para inverno e verão. Depois propõe outras áreas onde é possível alcançar conforto através da incorporação e/ou aplicação de estratégias de design passivo. Fora dessas áreas, torna-se necessária a utilização de sistemas termomecânicos de condicionamento ambiental tanto para aquecimento quanto para resfriamento.