Armando Silva (Bogotá, 19 de agosto de 1948) é um filósofo e semiólogo colombiano, mais conhecido por seu trabalho sobre “Imaginários Urbanos” desenvolvido em diversas cidades da América Latina e Espanha.[1].
Biografia
Silva possui doutorado e pós-doutorado em Filosofia e Literatura Comparada pela Universidade da Califórnia, Irvine sob orientação do filósofo Jacques Derrida e da crítica psicanalítica Julieth Flower"), Family Photo Album: The Image of Ouselves vencedor do prêmio de melhor tese de doutorado nas universidades da Califórnia (1996).
Anteriormente, completou estudos de doutorado na Itália com E. Garroni e U. Eco na Sapienza di Roma (Sapienza di Roma) e em Semiótica e Psicanálise na Ecole Des Hautes Études en Sciences Sociales (École des Hautes Études en Sciences Sociales) EHESS em Paris, com Ch. Metz e em Literatura e Lingüística na Espanha (Universidade Complutense de Madrid). Foi professor convidado em diversas universidades, incluindo Barcelona, Andaluzia, Universidade Autônoma do México, Califórnia e Buenos Aires. É autor de mais de 30 livros entre os quais Imaginarios Urbanos,[2] Album de Familia[3]e entre suas publicações recentes está sua revisão do conceito de imaginário em seu livro Imaginarios, el amazement social, publicado simultaneamente no México, Colômbia, Equador, Argentina,[4] traduzido para o português (Imaginarios, Estranhamentos Urbanos) e sistematizado em inglês por Mac Gill, Imaginários na Estética Contemporânea[5]*.* Editor da série "Cidades Imaginadas" com Alfaguara e do programa audiovisual "Cidades Imaginadas para TV" (canal YouTube), diretor do programa internacional "Imaginários Urbanos". Em seus últimos ensaios investiga a relação entre o imaginário e o digital, publica "Território e Lugares Imaginários" para Topophilia de México.[6] Por sua vez, a revista francesa Vie des idées, já que foi na França onde iniciou sua teoria dos imaginários, pede-lhe que aplique seus pontos de vista à sua cidade natal e publica "L'apparition de Bogota: De la cite rêvée a la vil réelle"[7]..
Nos últimos quatro anos, explora a produção de imaginários na ficção e publica seu primeiro romance (2017) e depois o romance (2019) que origina uma primeira massiva história visual no jornal El Tiempo [8]e, ao mesmo tempo, um grupo de artistas decide levar seu romance para a arte e a performance, sendo este um dos interesses atuais do autor: explorar as relações entre arte contemporânea e imaginários urbanos.
Arquitetura de imaginários urbanos
Introdução
Em geral
Armando Silva (Bogotá, 19 de agosto de 1948) é um filósofo e semiólogo colombiano, mais conhecido por seu trabalho sobre “Imaginários Urbanos” desenvolvido em diversas cidades da América Latina e Espanha.[1].
Biografia
Silva possui doutorado e pós-doutorado em Filosofia e Literatura Comparada pela Universidade da Califórnia, Irvine sob orientação do filósofo Jacques Derrida e da crítica psicanalítica Julieth Flower"), Family Photo Album: The Image of Ouselves vencedor do prêmio de melhor tese de doutorado nas universidades da Califórnia (1996).
Anteriormente, completou estudos de doutorado na Itália com E. Garroni e U. Eco na Sapienza di Roma (Sapienza di Roma) e em Semiótica e Psicanálise na Ecole Des Hautes Études en Sciences Sociales (École des Hautes Études en Sciences Sociales) EHESS em Paris, com Ch. Metz e em Literatura e Lingüística na Espanha (Universidade Complutense de Madrid). Foi professor convidado em diversas universidades, incluindo Barcelona, Andaluzia, Universidade Autônoma do México, Califórnia e Buenos Aires. É autor de mais de 30 livros entre os quais Imaginarios Urbanos,[2] Album de Familia[3]e entre suas publicações recentes está sua revisão do conceito de imaginário em seu livro Imaginarios, el amazement social, publicado simultaneamente no México, Colômbia, Equador, Argentina,[4] traduzido para o português (Imaginarios, Estranhamentos Urbanos) e sistematizado em inglês por Mac Gill, Imaginários na Estética Contemporânea[5]*.* Editor da série "Cidades Imaginadas" com Alfaguara e do programa audiovisual "Cidades Imaginadas para TV" (canal YouTube), diretor do programa internacional "Imaginários Urbanos". Em seus últimos ensaios investiga a relação entre o imaginário e o digital, publica "Território e Lugares Imaginários" para Topophilia de México.[6] Por sua vez, a revista francesa já que foi na França onde iniciou sua teoria dos imaginários, pede-lhe que aplique seus pontos de vista à sua cidade natal e publica .
The Shit and Love
The Sleeping Beauty 2.0
Ao longo da sua carreira de investigação recebeu distinções e distinções de diversas universidades e instituições. Entre suas últimas homenagens, destaca-se a da Associação Latino-Americana de Semiótica (2018), que ele próprio cofundou junto com o capítulo colombiano, por suas contribuições ao estudo das cidades com ferramentas semióticas e desconstrutivas.[9] É autor da Metodologia dos Imaginários Urbanos, selecionada pelo Convênio Andrés Bello para realizar a primeira investigação de culturas urbanas comparadas em diversas capitais da América Latina. Diversas entidades internacionais, como a UNESCO,[10] a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais FLACSO,[11] entre outras, aderem à iniciativa. Selecionado como único escritor, pesquisador e artista convidado pela Documenta II, quando pela primeira vez o evento convida um escritor e filósofo para fazer parte do evento global de exposição de arte contemporânea, Documenta 11, e publica seu livro “Urbane Vorstellungs-welten in Lateinamerika” (Imaginários urbanos da América Latina Documenta 11) na Alemanha.[12] Ganha o prêmio de Jornalismo de Opinião 2024 do Círculo de Jornalismo de Bogotá (2024).[13].
Mais de 500 teses de mestrado e doutorado foram defendidas a partir de seu extenso trabalho teórico, que vão desde os estudos de graffiti de 1988 [14] e Álbum de família: a imagem de nós mesmos, até Espanto Social (2014) ou Atmosferas Cidadãs (2019). A plataforma Google Academic reconhece mais de 2.500 citações de seu trabalho nos últimos três anos (2019). Existem várias entrevistas virtuais recentes sobre a obra de A. Silva. José Luis Fernández o entrevistou sobre sua obra clássica Imaginários Urbanos,[15] Paula Mascías sobre seu último grande projeto (2022 - 2025) Cidades, Comunidades e Fronteiras Imaginadas (Cycli) [16]ou em seu site [17]com sede na FLACSO Buenos Aires.[18].
Armando Silva foi convidado para grandes eventos mundiais de arte e cultura, como Documenta II em Kassel, Alemanha (2002);[19] Bienal de São Paulo (2004); Bienal de Veneza (2006). Em 2021, a Bienal de Viena se inspira na teoria dos imaginários urbanos e o reconhece como o criador do conceito e convida cem artistas e cientistas para apresentar trabalhos sobre como cuidar do mundo Eat Love. Um de seus curadores, Huber Klumpmer, o entrevista.[20] Que se estendeu à Bienal de Planejamento Urbano e Arquitetura de Hong Kong e Shenzhen.[21].
Seu trabalho completo em retrospectiva foi exibido na Fundação Antoni Tàpies em Barcelona (2007);[22] Natalia González preparou uma exposição virtual de seu trabalho referente a Bogotá no MAMBO 2016.[23] É colunista do El Tiempo. Fundou e dirigiu o Doutorado em Estudos Sociais da Universidade Externado da Colômbia e é professor da Universidade Nacional da Colômbia, instituição que lhe concedeu os reconhecimentos e títulos de Professor Emérito da Universidade Nacional da Colômbia e Mestre Universitário.
Cerca de 200 cidades no mundo seguem sua metodologia de imaginários urbanos, conceito que ele mesmo idealizou e cunhou em 1992; Hoje já é utilizado repetidamente no mundo acadêmico e jornalístico. As cidades que seguem sua metodologia são chamadas de “cidades imaginadas” porque o que se imagina é uma prefiguração na percepção física da cidade; que este último percebe a partir dos imaginários dominantes construídos a partir de estéticas afetivas como o medo, a esperança, o amor ou as fronteiras entre nações ou cidades: “a realidade é o fantasma do real, não o real”, afirma. Entre suas novas ferramentas de análise inclui a arte contemporânea.[24].
Vários de seus livros e ensaios, por decisão do autor, foram disponibilizados gratuitamente em quatro sites:
ou no link para seu último trabalho digital (2023) com edição transmídia onde estão as chaves de como transferir o livro de leitura para outro livro de imersão do digital.
Silva Tellez, A. (2023). Um romance de não ficção: 471 dias com o vírus. Universidade Nacional da Colômbia. [25].
Silva Tellez, A. (2019). Bela Adormecida 2.0. Oficina de Edição Rocca. [26].
Silva Tellez, A. (2017). Merda e amor. Oficina de Edição Rocca. [27].
Silva Tellez, A. (2016). Cultura italiana na Colômbia: reflexões sobre etnias e misturas na Colômbia (2ª edição). Panamericana. (Trabalho original publicado em 1999). [28].
Silva, Telliz, A. (2014). Atmosferas cidadãs: graffiti, arte púbica, nichos estéticos. Universidade Externado da Colômbia. [29].
Silva Tellez, A. (2014). IMAGINARIOS, Estranhamentos Urbanos (A. Silva Trad.). Edições SESC São Paulo. [30].
Silva Tellez, A. (2013). IMAGINÁRIOS: espanto social. Universidade Externado na Colômbia. [31].
Silva Tellez, A. (2012). Álbum de família, a imagem de nós mesmos (4 ed.). Universidade de Medellín. [32].
Silva Tellez, A. (2010). Cidades Ibero-americanas imaginadas. Universidade Externado da Colômbia.
Silva Tellez, A. (2008). Os imaginários nos habitam. Organização Latino-Americana e Caribenha de Centros Históricos (OLACCHI).[33].
Silva Tellez, A. (2008). Álbum de família, à nossa imagem (A. Silva Téllez, Trad.). São Paulo (Obra original publicada em 1996). [34].
Silva Tellez, A. (2007). Imaginários urbanos na América Latina: planejamento urbano cidadão. Fundació Antoni Tàpies. [35].
Silva Tellez, A (2006). Imaginários urbanos: rumo ao desenvolvimento do planejamento urbano a partir dos cidadãos. Metodologia. Acordo Andrés Bello; Universidade Nacional da Colômbia. [36].
Silva Tellez, A. (2004). Poeira da cidade. Sociedade Cultural La Balsa. [37].
Silva Tellez, A. (2004). Urbane Vorstellungswelten em Lateinamerika, Documenta 11. Alemanha: Kassel.
Silva Tellez, A. (2004). Metodologia. Imaginários Urbanos. Acordo Andrés Bello. [38].
Silva Téllez, A. (2003).Bogotá Imaginada. Acordo Andrés Bello; Distribuidor e Editor Aguilar, Altea, Taurus, Alfaguara, S.A.; Universidade Nacional da Colômbia.[39].
Silva Tellez, A. (2004). Graffiti: uma cidade imaginada. Mesmo quando diabos. (2ª edição revisada 1990, 3ª ed. 2004). Editores do Terceiro Mundo. 1988 [40].
Silva Tellez, A. (1987). Ponto de vista cidadão: Foco Visual e Encenação do Graffiti. Traduzido. Instituto Caro e Cuervo. Trabalho original publicado em 1986. [41].
Funciona
Seguindo as abordagens das obras de Henri Lefebvre, Robert Venturi, Denise Scott Brown, Steven Izenour"), Rem Koolhaas, Jean-Paul Sartre e Pierre Sansot, entre outros, Silva aponta que os Imaginários Urbanos estudam programas sociais onde a função estética domina como forma de perceber e agir na cidade; portanto, seria uma teoria dos sentimentos e de sua expressão coletiva.[42] Silva propõe três situações que compõem o "urbanismo".
Esses imaginários, por sua vez, são constituídos a partir de três dimensões principais:
Silva realizou diversas investigações com o objetivo de identificar os imaginários de algumas cidades da América Latina e da Espanha; Nesse contexto nasceram Bogotá Imaginada,[45] Barcelona Imaginada,[46] São Paulo Imaginado,[47] e outros livros deste projeto, cujo objetivo é compreender as formas de representação dos imaginários nas cidades.
Em sua opinião, essa abordagem subjetiva dos comportamentos sociais a partir dos imaginários abriu um rico campo de trabalho que dialoga com outras correntes como a sociologia dos afetos, a lógica de Peirce e a hermenêutica da psicanálise.[48] Seus estudos complementaram o arcabouço teórico de outras obras, entre as quais se encontram a Construção Social do Medo,[49] América Latina: um Espaço Cultural[50] e os Imaginários da Escola,[51] entre outros.
[10] ↑ «Proyecto de "Culturas urbanas en América Latina y España desde sus imaginarios sociales", es una investigación que se centra en numerosos movimientos urbanos del continente.».: https://www.oas.org/udse/cic/espanol/web_cic/tabla_temas1.htm
[17] ↑ «Imaginarios urbanos en el mundo. Lugares de mundo donde tiene presencia los estudios de imaginarios urbanos desarrollados a partir de la metodología de Armando Silva».: http://iu.imaginariosurbanos.net/
[51] ↑ Bocanegra, Elsa María (2008). «Del encierro al paraíso. Imaginarios dominantes en la escuela colombiana contemporánea: una mirada desde las escuelas de Bogotá». Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales 6 (1). ISSN 319-346 |issn= incorrecto (ayuda). (enlace roto disponible en Internet Archive; véase el historial, la primera versión y la última).: http://revistaumanizales.cinde.org.co/index.php/Revista-Latinoamericana/article/viewFile/277/143
Vie des idées,
"L'apparition de Bogota: De la cite rêvée a la vil réelle"[7].
Nos últimos quatro anos, explora a produção de imaginários na ficção e publica seu primeiro romance The Shit and Love (2017) e depois o romance The Sleeping Beauty 2.0 (2019) que origina uma primeira massiva história visual no jornal El Tiempo [8]e, ao mesmo tempo, um grupo de artistas decide levar seu romance para a arte e a performance, sendo este um dos interesses atuais do autor: explorar as relações entre arte contemporânea e imaginários urbanos.
Ao longo da sua carreira de investigação recebeu distinções e distinções de diversas universidades e instituições. Entre suas últimas homenagens, destaca-se a da Associação Latino-Americana de Semiótica (2018), que ele próprio cofundou junto com o capítulo colombiano, por suas contribuições ao estudo das cidades com ferramentas semióticas e desconstrutivas.[9] É autor da Metodologia dos Imaginários Urbanos, selecionada pelo Convênio Andrés Bello para realizar a primeira investigação de culturas urbanas comparadas em diversas capitais da América Latina. Diversas entidades internacionais, como a UNESCO,[10] a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais FLACSO,[11] entre outras, aderem à iniciativa. Selecionado como único escritor, pesquisador e artista convidado pela Documenta II, quando pela primeira vez o evento convida um escritor e filósofo para fazer parte do evento global de exposição de arte contemporânea, Documenta 11, e publica seu livro “Urbane Vorstellungs-welten in Lateinamerika” (Imaginários urbanos da América Latina Documenta 11) na Alemanha.[12] Ganha o prêmio de Jornalismo de Opinião 2024 do Círculo de Jornalismo de Bogotá (2024).[13].
Mais de 500 teses de mestrado e doutorado foram defendidas a partir de seu extenso trabalho teórico, que vão desde os estudos de graffiti de 1988 [14] e Álbum de família: a imagem de nós mesmos, até Espanto Social (2014) ou Atmosferas Cidadãs (2019). A plataforma Google Academic reconhece mais de 2.500 citações de seu trabalho nos últimos três anos (2019). Existem várias entrevistas virtuais recentes sobre a obra de A. Silva. José Luis Fernández o entrevistou sobre sua obra clássica Imaginários Urbanos,[15] Paula Mascías sobre seu último grande projeto (2022 - 2025) Cidades, Comunidades e Fronteiras Imaginadas (Cycli) [16]ou em seu site [17]com sede na FLACSO Buenos Aires.[18].
Armando Silva foi convidado para grandes eventos mundiais de arte e cultura, como Documenta II em Kassel, Alemanha (2002);[19] Bienal de São Paulo (2004); Bienal de Veneza (2006). Em 2021, a Bienal de Viena se inspira na teoria dos imaginários urbanos e o reconhece como o criador do conceito e convida cem artistas e cientistas para apresentar trabalhos sobre como cuidar do mundo Eat Love. Um de seus curadores, Huber Klumpmer, o entrevista.[20] Que se estendeu à Bienal de Planejamento Urbano e Arquitetura de Hong Kong e Shenzhen.[21].
Seu trabalho completo em retrospectiva foi exibido na Fundação Antoni Tàpies em Barcelona (2007);[22] Natalia González preparou uma exposição virtual de seu trabalho referente a Bogotá no MAMBO 2016.[23] É colunista do El Tiempo. Fundou e dirigiu o Doutorado em Estudos Sociais da Universidade Externado da Colômbia e é professor da Universidade Nacional da Colômbia, instituição que lhe concedeu os reconhecimentos e títulos de Professor Emérito da Universidade Nacional da Colômbia e Mestre Universitário.
Cerca de 200 cidades no mundo seguem sua metodologia de imaginários urbanos, conceito que ele mesmo idealizou e cunhou em 1992; Hoje já é utilizado repetidamente no mundo acadêmico e jornalístico. As cidades que seguem sua metodologia são chamadas de “cidades imaginadas” porque o que se imagina é uma prefiguração na percepção física da cidade; que este último percebe a partir dos imaginários dominantes construídos a partir de estéticas afetivas como o medo, a esperança, o amor ou as fronteiras entre nações ou cidades: “a realidade é o fantasma do real, não o real”, afirma. Entre suas novas ferramentas de análise inclui a arte contemporânea.[24].
Vários de seus livros e ensaios, por decisão do autor, foram disponibilizados gratuitamente em quatro sites:
ou no link para seu último trabalho digital (2023) com edição transmídia onde estão as chaves de como transferir o livro de leitura para outro livro de imersão do digital.
Silva Tellez, A. (2023). Um romance de não ficção: 471 dias com o vírus. Universidade Nacional da Colômbia. [25].
Silva Tellez, A. (2019). Bela Adormecida 2.0. Oficina de Edição Rocca. [26].
Silva Tellez, A. (2017). Merda e amor. Oficina de Edição Rocca. [27].
Silva Tellez, A. (2016). Cultura italiana na Colômbia: reflexões sobre etnias e misturas na Colômbia (2ª edição). Panamericana. (Trabalho original publicado em 1999). [28].
Silva, Telliz, A. (2014). Atmosferas cidadãs: graffiti, arte púbica, nichos estéticos. Universidade Externado da Colômbia. [29].
Silva Tellez, A. (2014). IMAGINARIOS, Estranhamentos Urbanos (A. Silva Trad.). Edições SESC São Paulo. [30].
Silva Tellez, A. (2013). IMAGINÁRIOS: espanto social. Universidade Externado na Colômbia. [31].
Silva Tellez, A. (2012). Álbum de família, a imagem de nós mesmos (4 ed.). Universidade de Medellín. [32].
Silva Tellez, A. (2010). Cidades Ibero-americanas imaginadas. Universidade Externado da Colômbia.
Silva Tellez, A. (2008). Os imaginários nos habitam. Organização Latino-Americana e Caribenha de Centros Históricos (OLACCHI).[33].
Silva Tellez, A. (2008). Álbum de família, à nossa imagem (A. Silva Téllez, Trad.). São Paulo (Obra original publicada em 1996). [34].
Silva Tellez, A. (2007). Imaginários urbanos na América Latina: planejamento urbano cidadão. Fundació Antoni Tàpies. [35].
Silva Tellez, A (2006). Imaginários urbanos: rumo ao desenvolvimento do planejamento urbano a partir dos cidadãos. Metodologia. Acordo Andrés Bello; Universidade Nacional da Colômbia. [36].
Silva Tellez, A. (2004). Poeira da cidade. Sociedade Cultural La Balsa. [37].
Silva Tellez, A. (2004). Urbane Vorstellungswelten em Lateinamerika, Documenta 11. Alemanha: Kassel.
Silva Tellez, A. (2004). Metodologia. Imaginários Urbanos. Acordo Andrés Bello. [38].
Silva Téllez, A. (2003).Bogotá Imaginada. Acordo Andrés Bello; Distribuidor e Editor Aguilar, Altea, Taurus, Alfaguara, S.A.; Universidade Nacional da Colômbia.[39].
Silva Tellez, A. (2004). Graffiti: uma cidade imaginada. Mesmo quando diabos. (2ª edição revisada 1990, 3ª ed. 2004). Editores do Terceiro Mundo. 1988 [40].
Silva Tellez, A. (1987). Ponto de vista cidadão: Foco Visual e Encenação do Graffiti. Traduzido. Instituto Caro e Cuervo. Trabalho original publicado em 1986. [41].
Funciona
Seguindo as abordagens das obras de Henri Lefebvre, Robert Venturi, Denise Scott Brown, Steven Izenour"), Rem Koolhaas, Jean-Paul Sartre e Pierre Sansot, entre outros, Silva aponta que os Imaginários Urbanos estudam programas sociais onde a função estética domina como forma de perceber e agir na cidade; portanto, seria uma teoria dos sentimentos e de sua expressão coletiva.[42] Silva propõe três situações que compõem o "urbanismo".
Esses imaginários, por sua vez, são constituídos a partir de três dimensões principais:
Silva realizou diversas investigações com o objetivo de identificar os imaginários de algumas cidades da América Latina e da Espanha; Nesse contexto nasceram Bogotá Imaginada,[45] Barcelona Imaginada,[46] São Paulo Imaginado,[47] e outros livros deste projeto, cujo objetivo é compreender as formas de representação dos imaginários nas cidades.
Em sua opinião, essa abordagem subjetiva dos comportamentos sociais a partir dos imaginários abriu um rico campo de trabalho que dialoga com outras correntes como a sociologia dos afetos, a lógica de Peirce e a hermenêutica da psicanálise.[48] Seus estudos complementaram o arcabouço teórico de outras obras, entre as quais se encontram a Construção Social do Medo,[49] América Latina: um Espaço Cultural[50] e os Imaginários da Escola,[51] entre outros.
[10] ↑ «Proyecto de "Culturas urbanas en América Latina y España desde sus imaginarios sociales", es una investigación que se centra en numerosos movimientos urbanos del continente.».: https://www.oas.org/udse/cic/espanol/web_cic/tabla_temas1.htm
[17] ↑ «Imaginarios urbanos en el mundo. Lugares de mundo donde tiene presencia los estudios de imaginarios urbanos desarrollados a partir de la metodología de Armando Silva».: http://iu.imaginariosurbanos.net/
[51] ↑ Bocanegra, Elsa María (2008). «Del encierro al paraíso. Imaginarios dominantes en la escuela colombiana contemporánea: una mirada desde las escuelas de Bogotá». Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales 6 (1). ISSN 319-346 |issn= incorrecto (ayuda). (enlace roto disponible en Internet Archive; véase el historial, la primera versión y la última).: http://revistaumanizales.cinde.org.co/index.php/Revista-Latinoamericana/article/viewFile/277/143