arquitetura bioinspirada
Introdução
Em geral
biomimética (de bio, "vida", e mimese, "imitar"), também conhecida como biomimética ou biomimética, é a ciência que estuda a natureza, como fonte de inspiração para tecnologias inovadoras, para resolver os problemas humanos que a natureza lhes apresentou, através de modelos de sistemas (mecânica) ou processos (química), ou elementos que a imitam ou são inspirados por ela.
Conceito
Biomimética é o termo mais utilizado na literatura científica e de engenharia para se referir ao processo de compreensão e aplicação de soluções da natureza aos problemas humanos, na forma de princípios biológicos, biomateriais de qualquer espécie. Atualmente, campos emergentes da ciência, como a nanotecnologia e a engenharia biomédica, estão a utilizar novos métodos de síntese na tentativa de imitar a síntese de automontagem de alto rendimento que a natureza desenvolveu ao longo de milhões de anos.
Metas
Este método visa melhorar a qualidade de vida da humanidade. Baseia-se também na sustentabilidade socioeconómica, partindo do pressuposto de que a natureza é o único modelo que perdura por milhões de anos.
Outra finalidade importante é o compromisso ecológico que a biomimética acarreta, para que a solução dos problemas ecológicos se encontre na otimização da natureza; como filtrar o ar, limpar a água e nutrir o solo. Isto implicaria que os sistemas sociais e económicos humanos, ao imitarem as soluções dadas pela natureza, estariam subordinados ao ambiente e não o contrário.
Ao longo de 3,8 mil milhões de anos de evolução, a natureza deu origem a estruturas concebidas de forma otimizada que podemos imitar para fins humanos. A biomimética estuda os modelos da natureza e imita ou se inspira em seus designs e processos para resolver problemas humanos. Consiste em aprender a projetar tecnologias sustentáveis adaptando estruturas desenvolvidas pela natureza. É uma nova forma de ver e valorizar a natureza, que introduz uma visão baseada no que podemos aprender com o ambiente natural.
Como consequência deste ramo da ciência, nasceram os chamados plásticos biodegradáveis. Os plásticos sintéticos, como o conhecido polietileno, são constituídos por polímeros derivados de substâncias petrolíferas e demoram cerca de 500 anos a degradar-se, pelo que não são susceptíveis de serem novamente assimilados pela natureza. Numa época em que o petróleo é um recurso não renovável e quase esgotado, e em que temos consciência de que os produtos da sua utilização são nocivos ao ambiente, nasceu a ideia de um novo tipo de plástico, um novo material baseado num novo fenómeno base que compõe o polímero plástico e que é capaz de regressar à natureza através dos processos de biodegradação e compostagem sem emitir poluentes.