Aços Arequipa
Introdução
Em geral
Corporación Aceros Arequipa S.A. é uma empresa peruana dedicada à produção e comercialização de aço.[2] É uma das principais empresas fornecedoras deste material no país.[3] É uma empresa componente do índice S&P/BVL Peru General.
História
A empresa foi fundada em 1964 na cidade de Arequipa, iniciando suas atividades em 1966 com a produção e comercialização de perfis e barras de aço liso para as indústrias metalmecânica, construção e carpintaria metálica.[3].
Em 1983, inauguraram sua segunda laminadora na cidade de Pisco "Pisco (cidade)"), ao sul de Lima, e se aventuraram na fabricação de barras corrugadas e fio-máquina metálico.
Em 1988, a fusão com a Laminadora del Pacífico permitiu expandir sua atuação para a fabricação de aço na forma de tarugos, matéria-prima para produtos laminados a quente.[4].
Em 1996, investiram 16 milhões de dólares em tecnologia e colocaram em operação a fábrica de ferro esponja de Pisco, para melhorar a qualidade do seu melhor aço e garantir o fornecimento oportuno ao mercado.
Em 1997, fundiu-se com a empresa Aceros Calibrados S.A. com o objetivo de ampliar seu portfólio de produtos. Como resultado, foi formalizada como Corporación Aceros Arequipa S.A. (CAASA).[5].
Em 2002, a CAASA investiu 9,5 milhões de dólares na automação da linha de laminação e na implantação da laminação a frio em Pisco.
Em 2004, foi realizado um investimento de 14,5 milhões de dólares para a implantação da nova linha de produção de fio-máquina. Poucos meses depois iniciaram o projeto de conversão para gás natural e colocaram em operação a usina de fragmentação de aço reciclado.
Em julho de 2007 foram concluídas as obras que aumentaram a capacidade produtiva da fábrica de Pisco. Esta primeira fase de expansão significou um investimento superior a 45 milhões de dólares e permitiu aumentar a capacidade de produção de 350 mil para 550 mil toneladas de aço por ano.
Até 2010, foram produzidas anualmente 800.000 toneladas de aço líquido, o que faz da corporação um dos produtores e exportadores a nível regional,[6] cujo principal objetivo é continuar satisfazendo as necessidades do mercado nacional e regional, contribuindo para o desenvolvimento do Peru.
Em 2016, a gestão mudou e, após demissões intempestivas e massivas, a fábrica de Arequipa foi fechada.[7].